Matriz 1 — Estrutura Conceitual da Disciplina: Articulação dos principais elementos e propostas de projeto para uma cidade pós-carro.
A Matriz 1 organiza o projeto urbano em torno de oito categorias que se cruzam, e cada uma das cinco propostas do território da Serra do Curral pode ser lida como uma resposta particular a esse cruzamento. A rede é trabalhada pela Rede Metropolitana, que articula trens, monotrilhos e teleféricos entre Belo Horizonte, Nova Lima, Raposos e Sabará a partir do modelo Nó-Lugar, e prolongada pelo Ecoturismo e Permanência Social, que propõem teleféricos como circulação aérea em áreas de topografia difícil. A centralidade estrutura Novas Centralidades, que converte a antiga Mina de Águas Claras em bairro-parque de uso misto, e reaparece nas estações-programa da Rede Metropolitana e nas estações-comunidade de Permanência Social.
Tipologia e morfologia acompanham o relevo em Novas Centralidades e Permanência Social, enquanto o programa social é a categoria dominante desta última, que busca garantir a permanência das comunidades por meio de corredores ambientais e novas tipologias habitacionais. Infraestrutura e paisagem se cruzam no Corredor Ecológico, que conecta unidades de conservação da Serra do Curral por ecodutos e parques lineares, reforçado pela infraestrutura verde-azul da Rede Metropolitana. O resultado é um modelo urbano policêntrico, em que rede, paisagem, programa e infraestrutura são decididos em conjunto, substituindo o zoneamento funcional tradicional.
Perspectiva integrada das propostas para a cidade pós-carro
Matriz 2 — Paradigmas de Organização da Cidade: Comparativo da cidade rodoviarista e da cidade pós-carro, destacando suas diferentes lógicas de organização urbana e habitacional.
Novos paradigmas de habitação
Matriz 3 — Da Cidade Parcelada à Cidade Programada