Mapas de Análise
Contexto Ambiental
MAPA DE PRESERVAÇÃO AMBIENTAL

Objetivo: mapear a estrutura de preservação ambiental existentes, entendendo os conflitos com a ocupação urbana e áreas remanescentes a tais lógicas.
Análises:
O território da Serra do Curral configura-se por diferentes níveis de restrição legal, estruturando uma complexa malha de proteção ambiental. Essa rede abrange desde categorias mais rigorosas de conservação, como a Estação Ecológica do Cercadinho (ESEC), até unidades de uso mais flexível, como os Parques Municipais das Mangabeiras e da Baleia, além da Área de Proteção Ambiental (APA) e de parques urbanos de menor escala, integrados à malha consolidada da cidade. Em conjunto, esses instrumentos estabelecem diretrizes de preservação que reconhecem a relevância ecológica, paisagística e simbólica da Serra do Curral para Belo Horizonte e sua região metropolitana.
Entretanto, o crescimento urbano e a exploração econômica na região, embora condicionados pela barreira física imposta pela serra, não são plenamente contidos. Ao contrário, manifestam-se por meio de processos de ocupação que tensionam os limites dessas áreas protegidas. A expansão da malha urbana e as atividades minerárias evidenciam esse conflito, ao contornarem as unidades de conservação e, em muitos casos, avançarem sobre áreas sensíveis, adaptando-se à topografia de maneira pouco integrada ao meio natural. Esse padrão de ocupação fragmenta o território e compromete a continuidade dos sistemas ambientais.
Nesse contexto, observa-se que, embora existam corredores ecológicos em potencial, responsáveis por conectar fragmentos de vegetação e garantir fluxos ecológicos, muitos deles não estão formalmente reconhecidos por instrumentos legais de proteção. Na prática, esses corredores coincidem com vazios fundiários e áreas não parceladas, o que os torna particularmente vulneráveis à especulação imobiliária e à ocupação desenfreada. A ausência de regulamentação específica para essas áreas fragiliza a efetividade da rede de proteção existente, abrindo espaço para usos que podem intensificar processos de degradação ambiental e perda de biodiversidade.
MAPA HIPSOMÉTRICO

Objetivo: representar as variações de altitude e relevo da área de estudo. Análises:
- A Serra do Curral configura uma importante barreira topográfica, concentrando as maiores altitudes da área analisada e atuando como divisor natural de águas.
- A elevada densidade de drenagens nas encostas demonstra a relevância do território para a recarga hídrica e para a alimentação dos cursos d'água da região.
- A presença de inúmeras cabeceiras de drenagem associadas às áreas mais elevadas evidencia a função da serra como zona estratégica para a conservação dos recursos hídricos.
- A associação entre relevo acidentado, drenagem abundante e importância paisagística confere ao território elevada sensibilidade ambiental, demandando estratégias de ocupação compatíveis com a preservação dos sistemas naturais.
Contexto Econômico
MAPA DE USO PRODUTIVO DO SOLO

Link do mapa:
Objetivo: mapear a dinâmica econômico do território em recorte, identificando o uso predominante econômico e relação às centralidades
Análises:
MAPA DE MINERAÇÃO E POTENCIAL DE REQUALIFICAÇÃO

Objetivo: delimitar as atividades minerárias, sua situação e contexto próximo para possível requalificação.
Análises:
A área de estudo é marcada pela presença de dois principais complexos minerários, a Mina de Águas Claras e a Mina da Granja Corumi, ambos atualmente em processo de desativação e estabilização. Além desses, identificam-se outras frentes de exploração de menor porte, como a Mineração Gute Sicht, no sentido de Sabará, atualmente paralisada devido a irregularidades; a Mineração Lagoa Seca, que se encontra em processo de disputa para conversão em espaço público; e a represa integrante do Complexo Queiroz, operado pela AngloGold, ainda em atividade. Esse conjunto de áreas evidencia a forte incidência histórica da mineração sobre o território da Serra do Curral e suas adjacências.
De modo geral, as frentes minerárias se inserem em zonas sensíveis do ponto de vista ambiental e patrimonial, frequentemente margeando ou interceptando áreas tombadas da Serra do Curral e unidades de conservação já estabelecidas. Esse contexto reforça a necessidade de se pensar a requalificação desses complexos como estratégia fundamental para a construção de uma transição ecológica qualificada entre o meio urbano consolidado e os remanescentes de patrimônio natural protegido. Mais do que áreas degradadas, esses espaços configuram-se como territórios estratégicos para a reconexão ambiental e reestruturação da paisagem.
A presença da malha urbana no entorno imediato e, em alguns casos, já avançando sobre as estruturas minerárias, como observado na Lagoa Seca, Gute Sicht e Granja Corumi , mostra um cenário de conflito de usos do solo. Contudo, essa mesma proximidade também revela o potencial dessas áreas como frentes de transformação urbana orientada, possibilitando a implantação de parques, ocupações de baixa e média densidade e equipamentos de uso coletivo voltados à cultura, pesquisa e lazer. Portanto, são espaços com capacidade de mediação entre dinâmicas urbanas e ambientais, desde que submetidos a diretrizes de ocupação sensíveis às suas especificidades.
Do ponto de vista da mobilidade, a área apresenta condições favoráveis à integração com sistemas de transporte de escala metropolitana, dada a proximidade com importantes eixos rodoviários e a presença de infraestruturas ferroviárias. Esse fator amplia as possibilidades de reuso das antigas áreas mineradas, potencializando sua acessibilidade e inserção em redes mais amplas de circulação e uso público.
Por fim, a topografia acentuada da Serra do Curral desempenha papel determinante na configuração de uma rede hidrográfica significativa, com nascentes localizadas nas porções mais elevadas e cursos d’água que se desenvolvem em direção às áreas mais baixas. As minerações, em muitos casos, encontram-se justamente nessas áreas de cabeceira, onde se observa a presença de múltiplas nascentes em seus limites. Nesse sentido, o entendimento das cavas minerárias como oportunidade de requalificação ambiental, seja para recuperação hídrica, criação de reservatórios ou reestruturação de ecossistemas, é um partido essencial para a construção de estratégias que conciliem regeneração ambiental e novos usos para o território.
Contexto Político

Legenda do mapa:
Zoneamento Sabará
AIA: Área de Interesse Ambiental
AIS: Área de Interesse Social
ZEI: Zona de Empreendimentos de Impactos
ZEU: Zona de Expansão Urbana
ZUM: Zona de Uso Misto
ZUMA: Zona Urbana Mista Adensada
Zoneamento Nova Lima
ZR 1B: Zona Residencial 1B
ZR 2B: Zona Residencial 2B
ZR 2A: Zona Residencial 2A
ZR 3: Zona Residencial 3
ZI 2: Zona Industrial 2
ZCS 1: Zona de Comércio e Serviço 1
ZCS 2: Zona de Comércio e Serviço 2
ZCS 3: Zona de Comércio e Serviço 3
ZEUS: Zona Especial de Uso Sustentável
ZETH: Zona Especial de Turismo e Habitação
ZERVU: Zona Especial de Revitalização Urbana
ZERQU: Zona Especial de Requalificação Urbana
ZEPA: Zona Especial de Proteção Ambiental
ZEIS: Zona Especial de Interesse Social
ZEEU: Zona Especial de Expansão Urbana
ZR: Zona Rural
Zoneamento Belo Horizonte
AGEUC: Área de Grandes Equipamentos de Uso Coletivo
AGEE: Área de Grandes Equipamentos Econômicos
AEIS 2: Área Especial de Interesse Social - 2
AEIS1: Área Especial de Interesse Social - 1
CR: Centralidade Regional
OM 1: Ocupação Moderada 1
OM 2: Ocupação Moderada 2
OM 3: Ocupação Moderada 3
OM 4: Ocupação Moderada 4
OP 1: Ocupação Preferencial 1
OP 2: Ocupação Preferencial 2
OP 3: Ocupação Preferencial 3
PA 1: Preservação Ambiental 1
PA 2: Preservação Ambiental 2
PA 3: Preservação Ambiental 3
ZEIS 1: Zona Especial de Interesse Social 1
ZEIS 2: Zona Especial de Interesse Social 2
Objetivo: unir os zoneamentos de Belo Horizonte, Nova Lima e Sabará para comparação e sobreposição de diferentes posicionamentos entre municípios.
Análises:
O zoneamento de Nova Lima prevê uma zona de comércios e serviços no local da Serra do Curral, rodeado de áreas de preservação, se tornando uma possível contradição em um local que seria de interesse comum de ter leis mais rígidas em relação a sua ocupação. Essa zona também está em contradição com as políticas de Belo Horizonte, que prevê a preservação nesses arredores. Além disso, uma área entre os três municípios se encontra sem legislação presente, se tornando um espaço vazio. Ainda assim, na maioria do terreno da Serra do Curral, todos os três municípios tornaram a área um local de preservação ambiental, ainda que com um nível de proteção diferencial dependendo das áreas. Portanto, certa proteção foi concedida de forma unânime para o terreno.
Contexto Infraestrutural
MAPA DA INFRAESTRUTURA METROPOLITANA EXISTENTE

Objetivo: Contextualizar a infraestrutura de mobilidade metropolitana existente, compreendendo seus conflitos e potencialidades.
Análises:
A estrutura territorial observada demonstra uma forte concentração de infraestrutura e conectividade em torno de Belo Horizonte, consolidando a capital como a principal centralidade metropolitana. Além disso, a rede viária apresenta-se estruturada por grandes eixos que reforçam a lógica monocêntrica da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), na qual os deslocamentos convergem majoritariamente para a capital. Esse cenário evidencia a dependência funcional dos municípios vizinhos em relação a Belo Horizonte, bem como a predominância do sistema rodoviário como principal meio de articulação entre essas centralidades.
O mapa reforça o papel da Serra do Curral como elemento estruturador da organização territorial da RMBH. Mais do que uma barreira física, a serra configura-se como um marco paisagístico, ambiental e infraestrutural, condicionando os vetores de expansão urbana e a implantação das redes metropolitanas. A concentração de propostas de mobilidade em seu entorno evidencia sua importância estratégica para a integração entre Belo Horizonte, Nova Lima, Sabará e Raposos.
A linha de metrô existente possui alcance territorial limitado quando comparada à extensão urbana da metrópole. O sistema permanece concentrado no eixo oeste-norte, revelando lacunas significativas na distribuição de infraestrutura de transporte coletivo de média e alta capacidade.
Nova Lima, apesar de sua expressiva relevância econômica e do intenso crescimento urbano recente, ainda apresenta uma grande desconexão infraestrutural em relação ao restante da malha metropolitana. Essa condição é influenciada tanto pela presença da Serra do Curral quanto pela elevada dependência do sistema rodoviário. Já Sabará e Raposos configuram-se como centralidades locais mais isoladas, cuja ocupação está pouco conectada com Belo Horizonte e Nova Lima.
A descontinuidade da rede de mobilidade nessa região evidencia uma oportunidade estratégica para a implantação de um eixo estruturador capaz de conectar Belo Horizonte, Nova Lima, Sabará e Raposos. Considerando as limitações impostas pela topografia e pela relevância ambiental da Serra do Curral, essa conexão deve priorizar soluções de transporte coletivo de alta capacidade e baixo impacto ambiental, fortalecendo a integração metropolitana sem comprometer os valores paisagísticos e ecológicos do território.
MAPA DA ESTRUTURA METROPOLITANA PROPOSTA PELO PDDI

Objetivo: Mapear as infraestruturas de mobilidade metropolitana propostas no PDDI, compreendendo suas potencialidades e limitações.
Análises:
A infraestrutura ferroviária destaca-se como um dos principais elementos das propostas do PDDI, reforçando uma lógica de integração metropolitana em escala regional. A priorização desse modal evidencia a intenção de estruturar um sistema de mobilidade mais eficiente, reduzindo a dependência do transporte rodoviário e fortalecendo a conectividade entre os municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).
A proposta do Ferroanel, associada às expansões do metrô e aos eixos viários metropolitanos, evidencia a intenção do PDDI de consolidar corredores estruturantes de mobilidade capazes de conectar Belo Horizonte, Nova Lima, Sabará e Raposos. Essa estratégia busca reduzir a dependência do transporte rodoviário convencional, além de redistribuir os fluxos metropolitanos, desviando parte da circulação de cargas e dos deslocamentos estruturais das áreas mais consolidadas da capital.
Outro aspecto relevante é a relação entre as infraestruturas propostas e as áreas ambientalmente sensíveis. Os traçados do Ferroanel, do Rodoanel e das expansões ferroviárias tangenciam regiões de elevada fragilidade ambiental, como a Serra do Curral e a Várzea das Flores. Esse cenário evidencia um dos principais desafios da RMBH: ampliar a conectividade regional sem intensificar processos de degradação paisagística, fragmentação ecológica e pressão sobre áreas de relevante valor ambiental.
A leitura do mapa permite compreender que o PDDI propõe uma metrópole estruturada por uma rede de mobilidade integrada, multimodal e regionalizada, buscando equilibrar eficiência dos deslocamentos, preservação ambiental e articulação territorial. Entretanto, as propostas também evidenciam tensões significativas entre a expansão da infraestrutura, a proteção da paisagem cultural da Serra do Curral e a ocupação urbana em áreas ambientalmente frágeis.
Contexto Urbano
Os mapas de entendimento do contexto urbano destacam uma análise das tipologias encontradas no território de estudo da disciplina. Como ponto de partida, as interpretações foram realizadas a partir da interpretação visual das características dos bairros inseridos na área de estudo, utilizando como principais fontes as imagens de satélite acessadas pelo Google Earth e as imagens do Google Street View. Essa metodologia permitiu avaliar aspectos como padrão construtivo das edificações, padrão de urbanização dos bairros, uso predominante e grau de verticalização, complementando as análises teóricas com uma leitura da maneira com que os instrumentos de planejamento urbano municipal se materializam ou não se materializam no território de fato.
Nessa etapa da pesquisa, analisou-se somente a porção da área de estudo localizada no município de Belo Horizonte. Esse recorte ocorreu por uma limitação de tempo nessa etapa da disciplina, mas o procedimento de análise empregado pode ser aplicado em uma etapa posterior da pesquisa para ampliar o entendimento da região próxima à Serra do Curral de maneira integrada.
A classificação adotada buscou estabelecer critérios objetivos de maneira a facilitar a comparação das características dos bairros e evidenciar as tendências espaciais do território. Os mapas de padrão construtivo e de verticalização apresenta apenas três categorias de classificação com o objetivo de simplificar a representação e tornar a leitura dos mapas mais objetivas. Como consequência dessa escolha, contudo, os mapas não adotam categorias intermediárias, como médio-baixo ou médio-alto, ainda que essas gradações possam ser pertinentes em determinados contextos. Nesses casos, a classificação foi definida a partir das características predominantes observadas no conjunto do bairro, reconhecendo-se que a generalização foi necessária para analisar um território extenso e para gerar representações facilmente interpretáveis. Os critérios específicos adotados para a classificação em cada mapa serão apresentados nas respectivas seções de análise.
MAPA DE TIPOLOGIAS - USO DO SOLO

O mapa de uso e ocupação do solo foi elaborado a partir da interpretação de imagens de satélite do Google Earth, de imagens do Google Street View, dos mapas do Google Maps, assim como do shapefile de Tipologia de Uso e Ocupação do Lote 2022 disponibilizado pela Prefeitura de Belo Horizonte. O resultado final do mapa resultou da determinação das características predominantes observadas em cada bairro, de maneira a classificá-los em três categorias: uso residencial, uso misto e uso não residencial.
Nesse sentido, evidenciou-se a prevalência do uso misto na área de estudo, distribuindo-se por todas as regiões do território analisado. Já os usos predominantemente residenciais se concentram principalmente nas regiões periféricas do recorte proposto, destacando-se a área próxima à Serra do Curral e a região da Pampulha. Por sua vez, os usos não residenciais se concentram de maneira mais significativa na parte central do território, ocorrendo também a dispersão pontual de algumas áreas com características semelhantes nas demais regiões de Belo Horizonte
MAPA DE TIPOLOGIAS - PADRÃO CONSTRUTIVO E DE URBANIZAÇÃO

A elaboração do mapa de padrão construtivo e de urbanização foi realizada a partir da interpretação de imagens de satélite do Google Earth e de imagens do Google Street View, considerando as características predominantes observadas em cada bairro, de maneira a classificá-los em três categorias: baixo, médio e alto padrão.
Os critérios empregados para a determinação do padrão construtivo e de urbanização foram:
- Presença de edificações resultantes de processos de autoconstrução;
- Presença e qualidade dos acabamentos empregados;
- Homogeneidade das construções;
- Arborização;
- Tamanho e características das vias;
- Presença de espaços de lazer como praças e parques;
- Presença de loteamentos regulares;
- Taxa de ocupação dos lotes;
Nesse sentido, o mapa de análise dos padrões construtivos e de urbanização evidencia a predominância de bairros classificados como de médio padrão, que compõem a maior parte do território e estão dispersos por toda a área de análise. Observa-se ainda uma elevada concentração de bairros de alto padrão na porção sul e sudoeste da área de estudo, em regiões próximas à Serra do Curral, assim como uma concentração de bairros de alto padrão na porção norte do território, próximo à Lagoa da Pampulha, evidenciando a valorização imobiliária decorrente da valorização de amenidades ambientais e paisagísticas na região. Por sua vez, os bairros de baixo padrão se concentram primordialmente nas porções sudeste e sudoeste da área analisada, estando frequentemente assentados em regiões próximas à área de tombamento da Serra do Curral e em terrenos de elevada declividade.
MAPA DE TIPOLOGIAS - GRAU DE VERTICALIZAÇÃO

A elaboração do mapa de verticalização foi realizada a partir da interpretação de imagens de satélite do Google Earth, considerando as características predominantes observadas em cada bairro, de maneira a classificá-los em três categorias: baixa, média e alta verticalização.
Os critérios empregados para a determinação do grau de verticalização dos bairros foram:
- Baixa verticalização: predominância de edificações de até dois pavimentos, observando-se recorrência de casas térreas e sobrados e poucos ou nenhum edifício multifamiliar;
- Média verticalização: prevalência de edificações entre 3 e 8 pavimentos, observando-se uma mistura entre casa e edifícios multifamiliares com adensamento moderado;
- Alta verticalização: predomínio de edificações acima de 8 pavimentos, observando-se muitos edifícios residenciais e/ou comerciais;
Nesse sentido, o mapa de verticalização evidencia uma elevada concentração de bairros com alto grau de verticalização na região central do território analisado, estendendo-se para algumas porções da região centro-sul e sudoeste do município. Nas áreas próximas à Serra do Curral e da Lagoa da Pampulha, verifica-se uma predominância dos bairros classificados como de baixa verticalização, refletindo as limitações impostas pela legislação urbanística tombamento dessas áreas. As áreas de média verticalização, de forma geral, encontram-se entre os trechos marcados pelas áreas de alta e baixa verticalização, funcionando como zonas de transição entre essas regiões com características bastantes diversas de adensamento.