Ecoturismo

De Urb608
Revisão de 14h40min de 16 de junho de 2026 por Editor (discussão | contribs) (Referências)
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Ecoturismo, Acesso Público e Apropriação da Paisagem

Conceito do plano

A proposta dialoga com o conceito de ecoturismo que prevê a utilização do patrimônio natural e cultural de forma sustentável e representa a promoção de um turismo “ecologicamente suportável a longo prazo, economicamente viável, assim como ética e socialmente equitativo para as comunidades locais", exigindo "integração ao meio ambiente natural, cultural e humano, respeitando a fragilidade que caracteriza muitas destinações turísticas”.

Os sistemas de transporte por cabos vêm assumindo um papel cada vez mais relevante em projetos que articulam mobilidade, turismo, preservação ambiental e proteção do patrimônio cultural. Nesse sentido, o presente tópico buscará destacar os principais conceitos norteadores da elaboração da proposta de criação de um sistema de teleféricos na região da Serra do Curral como elemento promotor do ecoturismo, do acesso público e da apropriação da paisagem.

PONTOS DE INTERESSE (POIs)

Os Pontos de Interesse (Points of Interest – POIs) são entendidos como destinos capazes de atrair visitantes por seus atributos naturais, culturais, históricos, recreativos ou simbólicos. O sucesso de um POI não depende exclusivamente da qualidade do destino final, mas também da forma como ele se conecta ao território e da experiência proporcionada ao usuário ao longo de sua jornada.

Tradicionalmente, os sistemas de transporte são concebidos como infraestruturas destinadas a conectar um ponto de origem a um ponto de destino da maneira mais rápida e eficiente possível. Nos projetos apresentados pela Doppelmayr, contudo, essa lógica é ampliada. O deslocamento deixa de ser um simples intervalo entre dois lugares e passa a constituir parte fundamental da experiência do visitante. O transporte transforma-se em uma oportunidade de contemplação, descoberta, interpretação da paisagem e construção de vínculos com o território. Essa abordagem está diretamente relacionada ao conceito de Experience Economy, que defende que destinos turísticos bem-sucedidos não oferecem apenas acesso a atrações, mas experiências memoráveis capazes de agregar valor à visita e fortalecer a identidade do lugar. Nesse contexto, os teleféricos desempenham um papel estratégico ao proporcionar vistas privilegiadas, novas perspectivas da paisagem e formas diferenciadas de interação com o ambiente natural e construído.

Os projetos apresentados pela empresa demonstram como esses fatores podem ser articulados em diferentes contextos:

  • O projeto 8-MGD Safari Gondola, implantado no zoológico de Kolmården, na Suécia, exemplifica como o deslocamento pode ser transformado em uma experiência educativa ao incorporar às cabines guias de áudio que fornecem informações interessantes aos usuários;
  • O projeto 8-MGD Singapore Cable Car, implantado em Singapura, desempenha um papel importante na distribuição de visitantes entre diferentes atrações turísticas e na conexão dessas áreas com a rede de transporte público.
  • O projeto 8-MGD Badaling North Line, localizado junto à Grande Muralha da China, evidencia a capacidade dos teleféricos de promover acesso a áreas de elevado valor histórico e paisagístico sem comprometer sua integridade.
  • O sistema 10-MGD Vaishno Devi, na Índia, exemplifica o potencial dos teleféricos para ampliar o acesso a destinos localizados em áreas de difícil alcance, demonstrando como a infraestrutura pode contribuir para democratizar o acesso a importantes pontos de interesse, ampliando seu alcance social sem comprometer as características ambientais da região.


+1 LEVEL:

Utilização do espaço aéreo como uma camada adicional de circulação urbana. Em vez de disputar espaço com automóveis, ônibus e demais modais terrestres, os teleféricos operam acima da infraestrutura existente, criando novas possibilidades de conexão sem interferir significativamente na dinâmica urbana. Essa abordagem permite superar rios, ferrovias, rodovias, encostas e áreas densamente ocupadas, reduzindo a necessidade de grandes obras de infraestrutura. O espaço aéreo passa a ser compreendido como um recurso estratégico para ampliar a capacidade de mobilidade das cidades, especialmente em territórios marcados por barreiras topográficas ou limitações físicas


MULTIMODALIDADE E INTERMODALIDADE:  

Conceitos essenciais ao se pensar a integração dos teleféricos às redes de transporte existentes. A multimodalidade refere-se à coexistência de diferentes meios de transporte dentro de um mesmo sistema urbano, enquanto a intermodalidade diz respeito à integração eficiente entre esses modais, permitindo que os usuários realizem deslocamentos contínuos e fluidos entre diferentes meios de transporte.

Nesse sentido, os teleféricos podem atuar como conectores entre metrôs, corredores de ônibus, ciclovias e percursos de pedestres, ampliando o alcance das redes existentes e fortalecendo a conectividade territorial. Sua principal contribuição está justamente na capacidade de preencher lacunas da mobilidade urbana em locais onde outros modais encontram dificuldades de implantação ou operação.


BARRIER-FREE DESIGN E MOBILITY FOR ALL:

O conceito de Barrier-Free Design (desenho livre de barreiras) está diretamente relacionado à eliminação de obstáculos físicos que dificultam o acesso e a utilização dos sistemas de transporte. Os teleféricos contemporâneos são concebidos para garantir embarque em nível, circulação contínua e acessibilidade plena nas estações e cabines. A eliminação de degraus, desníveis e barreiras físicas facilita a utilização do sistema por pessoas com diferentes níveis de mobilidade, tornando o transporte mais confortável e inclusivo. Esse conceito amplia a compreensão da acessibilidade para além do cumprimento de normas técnicas, entendendo-a como um elemento essencial da qualidade da experiência urbana.

O conceito de Mobility for All parte do princípio de que a mobilidade deve ser acessível a todos os grupos sociais. Os sistemas por cabos permitem o uso simultâneo por pessoas com mobilidade reduzida, idosos, crianças, ciclistas, usuários com carrinhos de bebê e demais perfis de usuários, sem a necessidade de adaptações especiais. A mobilidade é compreendida como um direito urbano fundamental e como um instrumento de inclusão social. Ao ampliar o acesso a empregos, serviços, equipamentos públicos e oportunidades urbanas, os teleféricos contribuem para reduzir desigualdades territoriais e promover maior integração entre diferentes áreas da cidade


ACUPUNTURA URBANA:

Os sistemas de transporte por cabos podem ser compreendidos como instrumentos de acupuntura urbana, capazes de promover transformações territoriais por meio de intervenções pontuais e estrategicamente localizadas. Os teleféricos constituem soluções de mobilidade minimamente invasivas, que utilizam uma camada adicional de circulação (+1 Level) para conectar áreas segregadas por barreiras topográficas ou infraestruturais, sem demandar grandes intervenções sobre o solo. Ao contrário de sistemas convencionais que frequentemente exigem extensas obras viárias, desapropriações e modificações significativas da paisagem, os teleféricos operam com uma ocupação física reduzida, concentrada principalmente em estações e torres de suporte.

Nesse contexto, o teleférico deixa de ser entendido apenas como um meio de transporte e passa a atuar como um catalisador de transformações urbanas e territoriais. Cada estação torna-se um potencial polo de ativação urbana, capaz de estimular novos usos, fortalecer centralidades locais, ampliar o acesso a equipamentos públicos, valorizar espaços livres e incentivar atividades econômicas associadas ao turismo, à cultura e ao lazer.

O sistema Mi Teleférico, em La Paz e El Alto, por exemplo, não apenas ampliou a conectividade entre áreas separadas pelos intensos desníveis topográficos da região, mas também contribuiu para integrar territórios historicamente desconectados, fortalecendo a acessibilidade a serviços, oportunidades de trabalho e equipamentos urbanos.

Delimitação da área do plano

http://150.164.107.115/upload/files/06_mapas/pdf/2026-05-24-mapa-proposta-setor-4.pdf

Objetivos do plano

  • Objetivo geral: Promover o turismo sustentável na região da Serra do Curral por meio da proposição de um sistema de teleféricos associado a modais de mobilidade ativa compatíveis com as práticas de ecoturismo, turismo esportivo e turismo de aventura. O plano deve incluir também uma proposta de usos para os parques da região, incluindo planos para trilhas, espaços de permanência e equipamentos públicos.
  • Objetivos específicos:
    • Ampliar o acesso e a acessibilidade à Serra do Curral por meio de modais de transporte inovadores (teleféricos);
    • Propor infraestrutura de apoio aos usos propostos para os parques a partir da compreensão da sensibilidade ambiental da área;
    • Associar propostas que visam promover o lazer, o turismo e a preservação ambiental e patrimonial;
    • Assegurar que as propostas sejam compatíveis com o conceito de ecoturismo , desestimulando práticas de turismo que possam comprometer o bem-estar da população local e a integridade da fauna, da flora e dos recursos naturais da região.

Diretrizes do plano

  • Conectar as regiões centrais dos municípios de Belo Horizonte;
  • Integrar áreas de mineração requalificadas ao circuito de trilhas dos municípios;
  • Estimular o ecoturismo, tornando a preservação sustentável da Serra uma atividade economicamente viável;
  • Estabelecer um novo meio de transporte inovador entre municípios;
  • Criar um novo e atrativo ambiente de lazer disponível para toda a população;
  • Estimular a curiosidade e o conhecimento acerca do patrimônio natural da Serra;
  • Dar um uso á serra que não seja prejudicial a preservação do ambiente natural
  • ⁠Aumentar a integração e comunicação entre municípios

A questão do ecoturismo

De acordo com o Estado de Minas Gerais, ecoturismo se define como utilizar o patrimônio natural e cultural de forma sustentável representa a promoção de um turismo “ecologicamente suportável a longo prazo, economicamente viável, assim como ética e socialmente equitativo para as comunidades locais. Exige integração ao meio ambiente natural, cultural e humano, respeitando a fragilidade que caracteriza muitas destinações turísticas”. No Brasil, o ecoturismo vem crescendo ao longos dos anos e já chegou a representar uma porcentagem significativa do motivo de viagem a lazer escolhido pela população, estando apenas abaixo de viagens motivadas pela praia. A perspectiva sobre turismo praticado em ambientes naturais indica a contemplação ou contato com a natureza, o repouso ou fuga da rotina, a prática de esportes, a aprendizagem sobre ecologia ou até sobre estudos e pesquisas.

Para tal, considera-se a realização de algumas atividades típicas realizadas no ecoturismo, levando em consideração o local da Serra do Curral:

  • Observação de fauna: aves, mamíferos, insetos, répteis e anfíbios
  • Observação de flora: compreensão da diversidade da fauna, sua forma de distribuição e paisagem
  • Observação de formações geológicas: caminhada por área com características geológicas diferentes
  • Visitas a cavernas: atividade recreativa originada da exploração de cavidades subterrâneas
  • Observação astronômica: vista de estrelas, astros, meteoros em locais com pouca iluminação artificial
  • Caminhadas: percursos a pé em itinerários pré definidos
  • Trilhas interpretativas: conjunto de vias e percursos com função vivencial

A definição de uma região como adequada para o ecoturismo implica nos seguintes fatores necessários para a viabilidade:

  • Identificação e análise de recursos naturais: unidades de conservação (proteção integral: parque nacional, estadual e municipal, estação ecológica, reserva biológica, monumento natural, refúgio de vida silvestre / uso sustentável: área de proteção ambiental, área de relevante interesse biológico, floresta nacional, estadual e municipal, reserva extrativista, reserva de desenvolvimento sustentável reserva de desenvolvimento sustentável, resreva de fauna, reserva particular do patrimônio natural), geoparque (são reconhecidos pela UNESCO como uma área onde sítios do patrimônio geológico representam parte de um conceito holístico de proteção, educação e desenvolvimento sustentável. Um geoparque deve gerar atividade econômica, notadamente por meio do turismo, e envolver um número de sítios geológicos de importância científica, raridade ou beleza, incluindo formas de relevo e suas paisagens.)
  • Identificação dos serviços turísticos e de apoio: transporte (acesso e tipos), hospedagem, alimentação, infraestrutura (busca e salvamento, médico-hospitalar), seguro de vida, condução (auxilia e promove a educação ambiental por meio da interpretação dos recursos), receptivo (promove a relação entre a região turística visitada, o turista e o tipo de experiência por ele vivenciada).
  • Gestão ambiental:
    • Sistemas de gestão ambiental: padrões de qualidade ambiental, padrões tecnológicos, padrões de emissão, padrões de desempenho, padrões de produto e processo.
    • Capacidade de suporte: depende das condições da área, do número e da qualidade dos equipamentos instalados, dos hábitos da vida animal e das populações locais. Seu objetivo principal é minimizar impactos negativos como descaracterização da paisagem, desmatamentos, entre outros.
    • Zoneamento: área de recepção e serviços, área de uso intensivo, área intermediária ou primitiva, área intangível, ligações e corredores.
    • Manejo florestal: conjunto de regras e métodos utilizados na exploração das florestas objetivando a geração de benefícios econômicos e sociais e respeitando o ecossistema, sendo indispensável para o aproveitamento dos recursos naturais de maneira sustentável.

Considerando o principal objetivo é de se ampliar o ecoturismo na área de estudo, tais tópicos serão levados em consideração ao longo do trabalho a fim de se realizar um projeto factível e adequado para a implantação.

Programa Urbanístico-Ambiental-Infraestrutural

Rede de teleféricos estruturada a partir de um sistema com estações de entrada e estações de conexão localizadas nos três municípios contemplados na proposta: Belo Horizonte, Nova Lima e Sabará.

Em Belo Horizonte, propõe-se quatro estações de entrada situadas nos bairros Sion, Belvedere, Mangabeiras e Baleia. Em Nova Lima, por sua vez, estipula-se somente uma estação de entrada localizada próximo ao centro da cidade. Por fim, em Sabará foram propostas duas estações de entrada, sendo uma localizada próxima ao centro histórico da cidade e outra no Mirante dos Cristais, próximo ao bairro Santo Antônio de Roça Grande.

Para além das estações principais, sugere-se também a criação de estações secundárias de conexão a serem implementadas em pontos intermediários entre os três municípios. O objetivo dessas estações é articular os três municípios do ponto de vista da mobilidade urbana, mas também facilitar o acesso a mirantes e trilhas da região de maneira a promover o ecoturismo e a apropriação dos espaços para uso de lazer da população local. No total, foram propostas sete estações secundárias, sendo uma localizada em Belo Horizonte, três em Nova Lima e três em Sabará.

Proposta de Programa Urbanístico-Ambiental-Infraestrutural para as estações:

  • Estação Praça da Caridade (Belo Horizonte) e Estação Mina de Águas Claras (Nova Lima): foco no turismo de natureza - atração de turistas locais e externos
    • Pontos de controle de entrada;
    • Área para atendimento médico;
    • Posto policial;
    • Área de estacionamento;
    • Pontos de informações para visitantes com infraestrutura de bebedouro e banheiros;
    • Requalificação das áreas de mineração;
    • Criação de trilhas e mirantes;
    • Criação de restaurantes e áreas de aluguel de equipamentos para prática desportiva ao redor das cavas;
    • Tratamento das cavas para criação de piscinas públicas e infraestrutura de “clube” para uso público;
    • Pequenas praças para descanso e contemplação dentro dos percursos;
    • Estruturas de escadas e rampa para criação de vários níveis de usos e criação de infraestrutura acessível e segura para os mirantes;
  • Estação Mirante do Belvedere e Estação Portaria Caraça (Belo Horizonte): foco na interface com os bairros circundantes.
    • Pontos de controle de entrada;
    • Área de estacionamento;
    • Pontos de informações para visitantes com infraestrutura de bebedouro e banheiros;
    • Criação de pistas de caminhada e ciclovias nas partes menos íngremes;
    • Pequenas praças para descanso e contemplação dentro dos percursos;
    • Estruturas de escadas e rampa para criação de vários níveis de usos e criação de infraestrutura acessível e segura para os mirantes;
    • Quiosques para venda de alimentos;
    • Parquinho infantil;
    • Academia da cidade;
  • Estação Parque da Serra do Curral (Belo Horizonte): foco no turismo de natureza, ampliando e melhorando o programa já existente a partir das alterações causadas pela implementação do teleférico.
    • Criação de novas portarias e infraestrutura de apoio para funcionários e visitantes;
    • Área para atendimento médico;
    • Melhoria e ampliação do circuito de trilhas;
    • Integração com os circuitos de trilhas próximos;
    • Quiosques para venda de alimentos;
    • Criação de novos mirantes;
  • Estação Baleia (Belo Horizonte): foco na interface com as comunidades circundantes e na criação de estruturas para pesquisa da área com intervenções que visem um impacto mínimo.
    • Pontos de controle de entrada (Bairro Taquaril, Estádio Baleião, Vila Fátima);
    • Área para atendimento médico;
    • Posto policial;
    • Área de estacionamento;
    • Centro de visitantes com pontos de informações, restaurante, infraestrutura de bebedouro e banheiros;
    • Pequenas praças para descanso e contemplação dentro dos percursos;
    • Estruturas de escadas e rampa para criação de vários níveis de usos e criação de infraestrutura acessível e segura para os mirantes;
    • Espaço para apresentações culturais e aulas comunitárias;
    • Centro de pesquisa de fauna e flora;
    • Hospital veterinário de animais silvestres;
  • Estação Centro Histórico (Sabará) e Estação Centro (Nova Lima): foco na mobilidade.
    • Bicicletário;
    • Ponto de ônibus;
    • Área para atendimento médico;
    • Posto policial;
    • Praça;
  • Estação Mirante dos Cristais (Sabará): foco na interface com as comunidades circundantes.
    • Pontos de controle de entrada (Santo Antônio da Roça Grande);
    • Área para atendimento médico;
    • Posto policial;
    • Área de estacionamento;
    • Bicicletário;
    • Ponto de ônibus;
    • Criação de pistas de caminhada e ciclovias nas partes menos íngremes;
    • Pequenas praças para descanso e contemplação dentro dos percursos;
    • Quiosques para venda de alimentos;
    • Parquinho infantil;
    • Academia da cidade;
    • Quadras ou ginásio poliesportivo;
  • Estação Mina d'Água (Nova Lima), Estação Alto do Cristo (Sabará), , Estação Rio das Velhas (Sabará), Estação Trilha Rio Seco (Sabará): foco no turismo de natureza.
    • Área para atendimento médico;
    • Bicicletário;
    • Pontos de informações para visitantes com infraestrutura de bebedouro e banheiros;
    • Criação de trilhas e mirantes;
    • Criação de restaurantes anexos à estação;
    • Pequenas praças para descanso e contemplação dentro dos percursos;
    • Estruturas de escadas e rampa para criação de vários níveis de usos e criação de infraestrutura acessível e segura para os mirantes;

Programa Tipologias-Uso

Imagens, mapas, croquis e fotos

Materiais produzidos pelo grupo e armazenados no File Browser:

Referências

  1. DOPPELMAYR. Elevate your attraction: creating unforgettable experiences with ropeways. Wolfurt: Doppelmayr Seilbahnen GmbH, 2025.
  2. DOPPELMAYR. Our commitment to a better future. Wolfurt: Doppelmayr Seilbahnen GmbH, 2025.
  3. DOPPELMAYR. The next level of mobility: ropeways as a means of urban transport. Wolfurt: Doppelmayr Seilbahnen GmbH, 2024.
  4. DOPPELMAYR. Ropeways as part of multimodal networks: urban ropeways operating in concert with conventional means of transport. Wolfurt: Doppelmayr Seilbahnen GmbH, 2021.