Corredor Ecológico: mudanças entre as edições
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Inspirado nos princípios dos corredores ecológicos e dos mosaicos de unidades de conservação, o plano propõe a Serra do Curral como uma infraestrutura ecológica contínua e integrada, capaz de reconciliar preservação ambiental, equilíbrio urbano e permanência da paisagem. | Inspirado nos princípios dos corredores ecológicos e dos mosaicos de unidades de conservação, o plano propõe a Serra do Curral como uma infraestrutura ecológica contínua e integrada, capaz de reconciliar preservação ambiental, equilíbrio urbano e permanência da paisagem. | ||
Corredores Ecológicos | '''Corredores Ecológicos''' | ||
“O Corredor Ecológico é um instrumento de gestão e ordenamento territorial, definido pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza – SNUC (Lei 9.985, de 18 de julho de 2000), com o objetivo de garantir a manutenção dos processos ecológicos nas áreas de conexão entre unidades de conservação e/ou territórios tradicionais (indígenas e quilombolas) e unidades de conservação. Esse instrumento facilita o deslocamento de espécies entre diferentes áreas, permitindo a recolonização de regiões degradadas, a troca genética entre populações e o aumento de chances de sobrevivência de animais e plantas que precisam ir além dos limites de uma única área protegida.” BRASIL, 2000. | “O Corredor Ecológico é um instrumento de gestão e ordenamento territorial, definido pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza – SNUC (Lei 9.985, de 18 de julho de 2000), com o objetivo de garantir a manutenção dos processos ecológicos nas áreas de conexão entre unidades de conservação e/ou territórios tradicionais (indígenas e quilombolas) e unidades de conservação. Esse instrumento facilita o deslocamento de espécies entre diferentes áreas, permitindo a recolonização de regiões degradadas, a troca genética entre populações e o aumento de chances de sobrevivência de animais e plantas que precisam ir além dos limites de uma única área protegida.” BRASIL, 2000. | ||
Mosaicos | '''Mosaicos''' | ||
“Os mosaicos são uma estratégia definida pelo SNUC que permite a gestão integrada e participativa de um conjunto de áreas protegidas que estejam próximas, sobrepostas ou justapostas. Esse instrumento tem a finalidade de ampliar as ações de conservação para além dos limites das UCs, compatibilizando a presença da biodiversidade, a valorização da sociodiversidade e o desenvolvimento sustentável no contexto regional (art. 26; SNUC).” BRASIL, 2000 | “Os mosaicos são uma estratégia definida pelo SNUC que permite a gestão integrada e participativa de um conjunto de áreas protegidas que estejam próximas, sobrepostas ou justapostas. Esse instrumento tem a finalidade de ampliar as ações de conservação para além dos limites das UCs, compatibilizando a presença da biodiversidade, a valorização da sociodiversidade e o desenvolvimento sustentável no contexto regional (art. 26; SNUC).” BRASIL, 2000 | ||
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Diretrizes do Plano | '''Diretrizes do Plano''' | ||
Implantar corredores ecológicos e zonas de amortecimento capazes de conectar unidades de conservação, proteger áreas ambientalmente sensíveis e conter a expansão urbana sobre territórios frágeis da Serra do Curral. Reconhecer a vegetação como uma infraestrutura verde - não como áreas vazias, essencial ao equilíbrio climático, hídrico e paisagístico, priorizando soluções baseadas na natureza e integração entre mobilidade ecológica, lazer e educação ambiental, garantindo a preservação da paisagem visual da serra como elemento estruturador da identidade de Belo Horizonte. | Implantar corredores ecológicos e zonas de amortecimento capazes de conectar unidades de conservação, proteger áreas ambientalmente sensíveis e conter a expansão urbana sobre territórios frágeis da Serra do Curral. Reconhecer a vegetação como uma infraestrutura verde - não como áreas vazias, essencial ao equilíbrio climático, hídrico e paisagístico, priorizando soluções baseadas na natureza e integração entre mobilidade ecológica, lazer e educação ambiental, garantindo a preservação da paisagem visual da serra como elemento estruturador da identidade de Belo Horizonte. | ||
== Programa Urbanístico-Ambiental-Infraestrutura == | == Programa Urbanístico-Ambiental-Infraestrutura == | ||
== Programa Tipologias-Uso == | == Programa Tipologias-Uso == | ||
== Imagens, mapas, croquis e fotos == | == Imagens, mapas, croquis e fotos == | ||
Materiais produzidos pelo grupo e armazenados no File Browser: | Materiais produzidos pelo grupo e armazenados no File Browser: | ||
* [http://150.164.107.115/upload/api/public/dl/io-kjEy2?inline=true Imagens, mapas, croquis e fotos do grupo] | * [http://150.164.107.115/upload/api/public/dl/io-kjEy2?inline=true Imagens, mapas, croquis e fotos do grupo] | ||
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Edição das 00h52min de 2 de junho de 2026
Corredor Ecológico
Conceito do plano
Inspirado nos princípios dos corredores ecológicos e dos mosaicos de unidades de conservação, o plano propõe a Serra do Curral como uma infraestrutura ecológica contínua e integrada, capaz de reconciliar preservação ambiental, equilíbrio urbano e permanência da paisagem.
Corredores Ecológicos
“O Corredor Ecológico é um instrumento de gestão e ordenamento territorial, definido pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza – SNUC (Lei 9.985, de 18 de julho de 2000), com o objetivo de garantir a manutenção dos processos ecológicos nas áreas de conexão entre unidades de conservação e/ou territórios tradicionais (indígenas e quilombolas) e unidades de conservação. Esse instrumento facilita o deslocamento de espécies entre diferentes áreas, permitindo a recolonização de regiões degradadas, a troca genética entre populações e o aumento de chances de sobrevivência de animais e plantas que precisam ir além dos limites de uma única área protegida.” BRASIL, 2000.
Mosaicos
“Os mosaicos são uma estratégia definida pelo SNUC que permite a gestão integrada e participativa de um conjunto de áreas protegidas que estejam próximas, sobrepostas ou justapostas. Esse instrumento tem a finalidade de ampliar as ações de conservação para além dos limites das UCs, compatibilizando a presença da biodiversidade, a valorização da sociodiversidade e o desenvolvimento sustentável no contexto regional (art. 26; SNUC).” BRASIL, 2000
Objetivos do plano
Objetivo Geral
Consolidar a Serra do Curral como um sistema ecológico contínuo e estruturador da Região Metropolitana, articulando biodiversidade, corredores ambientais, unidades de conservação, proteção de nascentes e valorização da paisagem enquanto patrimônio natural, cultural e simbólico. Em concordância com os corredores ambientais, propõe-se a implantação de passagens ecológicas em pontos estratégicos de rodovias e ferrovias que cortam a área estudada.
Objetivos Específicos
Estruturar uma rede integrada de corredores ecológicos que amplie a conectividade entre fragmentos vegetais, áreas de preservação, áreas de interesse social e novas centralidades, fortalecendo a articulação entre unidades de conservação, áreas de proteção permanente e zonas estratégicas. O plano busca conter processos de expansão urbana predatória e ocupação irregular em áreas frágeis da Serra do Curral, ao mesmo tempo em que promove a proteção da fauna local por meio da implantação de passagens ecológicas e da redução da fragmentação ambiental.
Diretrizes do plano
Diretrizes do Plano
Implantar corredores ecológicos e zonas de amortecimento capazes de conectar unidades de conservação, proteger áreas ambientalmente sensíveis e conter a expansão urbana sobre territórios frágeis da Serra do Curral. Reconhecer a vegetação como uma infraestrutura verde - não como áreas vazias, essencial ao equilíbrio climático, hídrico e paisagístico, priorizando soluções baseadas na natureza e integração entre mobilidade ecológica, lazer e educação ambiental, garantindo a preservação da paisagem visual da serra como elemento estruturador da identidade de Belo Horizonte.
Programa Urbanístico-Ambiental-Infraestrutura
Programa Tipologias-Uso
Imagens, mapas, croquis e fotos
Materiais produzidos pelo grupo e armazenados no File Browser: