Mapas de Análise: mudanças entre as edições

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=== MAPA DE TIPOLOGIAS - USO DO SOLO ===
=== MAPA DE TIPOLOGIAS - USO DO SOLO ===
[[Arquivo: mapa-tipologias-uso.jpg|frame|none|link=http://150.164.107.115/arquivos/urb608/06_mapas/pdf/2026-06-23-mapa-tipologias-uso-grupo-a.pdf|Mapa de Tipologias de Uso do Solo. Download do PDF.]]O mapa de uso e ocupação do solo foi elaborado a partir da interpretação de imagens de satélite do Google Earth, de imagens do Google Street View, dos mapas do Google Maps, assim como do shapefile de Tipologia de Uso e Ocupação do Lote 2022 disponibilizado pela Prefeitura de Belo Horizonte.  
[[Arquivo: mapa-tipologias-uso.jpg|frame|none|link=http://150.164.107.115/arquivos/urb608/06_mapas/pdf/2026-06-23-mapa-tipologias-uso-grupo-a.pdf|Mapa de Tipologias de Uso do Solo. Download do PDF.]]O mapa de uso e ocupação do solo foi elaborado a partir da interpretação de imagens de satélite do Google Earth, de imagens do Google Street View, dos mapas do Google Maps, assim como do shapefile de Tipologia de Uso e Ocupação do Lote 2022 disponibilizado pela Prefeitura de Belo Horizonte. O resultado final do mapa resultou da determinação das características predominantes observadas em cada bairro, de maneira a classificá-los em três categorias: uso residencial, uso misto e uso não residencial. 


Nesse sentido, evidenciou-se a prevalência do uso misto na área de estudo, distribuindo-se por todas as regiões do território analisado. Já os usos predominantemente residenciais se concentram principalmente nas regiões periféricas do recorte proposto, destacando-se a área próxima à Serra do Curral e a região da Pampulha. Por sua vez, os usos não residenciais se concentram de maneira mais significativa na parte central do território, ocorrendo também a dispersão pontual de algumas áreas com características semelhantes nas demais regiões de Belo Horizonte
Nesse sentido, evidenciou-se a prevalência do uso misto na área de estudo, distribuindo-se por todas as regiões do território analisado. Já os usos predominantemente residenciais se concentram principalmente nas regiões periféricas do recorte proposto, destacando-se a área próxima à Serra do Curral e a região da Pampulha. Por sua vez, os usos não residenciais se concentram de maneira mais significativa na parte central do território, ocorrendo também a dispersão pontual de algumas áreas com características semelhantes nas demais regiões de Belo Horizonte

Edição das 15h28min de 30 de junho de 2026

Check-list final

  1. imagens são clicáveis, mas nem todos os links são válidos para quem não tem conta no File Browser; OK
  2. arquivos tipo pdf no file browser não estão baixando como pdf;
  3. falta revisar texto;
  4. falta revisar formatação e completar com mapas faltando;
  5. conferir se todas as versões dos mapas em PDF em alta resolução foram disponibilizados para download;
  6. verificar todos os links.

Mapas de Análise

Contexto Ambiental

MAPA DE PRESERVAÇÃO AMBIENTAL

Mapa de Preservação Ambiental. Download do PDF.

Objetivo: mapear a estrutura de preservação ambiental existentes, entendendo os conflitos com a ocupação urbana e áreas remanescentes a tais lógicas

Análises:

  • O território da Serra do Curral é caracterizado por diferentes níveis de restrição legal que estruturam uma malha de proteção ambiental, que abrange categoria estritras de conservação, como Estação Ecológica do Cercadinho (ESEC), os Parques Mangabeiras e do Baleia, a Área de Proteção Ambiental, até os parque menores atrelados a malha urbana;
  • O crescimento urbano e exploração econômico na região apesar de dificultados pela barreira natural da Serra, não são completamente impedidos e ameaçam a integridade do patrimônio natural ao ser feito de forma desordenada. Isso pode ser percebido pelas mancha da mineração no território e o avanço da malha urbana, que contornam as unidades de conservação e se impõe sob a topografia;
  • Apesar de existir corredores ecológicos na prática, eles estão sendo compostos por vazios fundiários não incluídos em instrumentos legais de preservação, o que torna alvos de especulação imobiliários e possibilita a exploração econômica degradante;

MAPA HIPSOMÉTRICO

Mapa de Hipsométrico. Download do PDF.

Objetivo: representar as variações de altitude e relevo da área de estudo. Análises:

  • A Serra do Curral configura uma importante barreira topográfica, concentrando as maiores altitudes da área analisada e atuando como divisor natural de águas.
  • A elevada densidade de drenagens nas encostas demonstra a relevância do território para a recarga hídrica e para a alimentação dos cursos d'água da região.
  • A presença de inúmeras cabeceiras de drenagem associadas às áreas mais elevadas evidencia a função da serra como zona estratégica para a conservação dos recursos hídricos.
  • A associação entre relevo acidentado, drenagem abundante e importância paisagística confere ao território elevada sensibilidade ambiental, demandando estratégias de ocupação compatíveis com a preservação dos sistemas naturais.

Contexto Econômico

MAPA DE USO PRODUTIVO DO SOLO

Link do mapa:

Objetivo: mapear a dinâmica econômico do território em recorte, identificando o uso predominante econômico e relação às centralidades

Análises:

MAPA DE MINERAÇÃO E POTENCIAL DE REQUALIFICAÇÃO

Mapa de Mineração e Potencial de Requalificação. Download do PDF.

Objetivo: delimitar as atividades minerárias, sua situação e contexto próximo para possível requalificação

Análises:

  • A área de estudo é composto por dois complexos minerários principais, a Mina de Águas Claras e a Mina da Granja Corumi, ambas em processo de desativação e estabilização. Outras menores atividades acontecem na Mineração Gute Sich, no sentido a Sabará, que está paralisada por atividades ilegais; a Mineração Lagoa Seca, já em disputas para transformação em espaço público; e por fim, a represa de que compõe o Complexo Queiroz da AngloGold ativo;
  • Todas as frentes de mineração, em vista da exploração na Serra do Curral, estão cortando ou margeando área de Tombamento da Serra e Unidades de Conservação já existentes. Portanto, a requalificação dos complexos minerários é essencial para pensar numa transição ecológica entre o meio urbano e o patrimônio natural protegido;
  • A malha urbana já se encotra permeando as estruturas minerárias, principalmente a Mineração Lagoa Seca, Gute Sicht e Mina da Granja Corumi. Apesar de gerar um conflito de uso do solo, também expõe tais locais como potenciais frentes de expansão controlada, seja como parques , ocupações moderadas ou equipamento de uso coletivos de cultura, pesquisa e lazer;
  • A princípio, em vista da malha rodoviária e da existente de linhas ferroviárias ao redor, é um potencial de integração ao transporte interurbano às antigas minas;
  • A topografia acentuada alimenta um rede hidrográfica que nasce nas porções mais altas da Serra e desce em direção contrária. As minerações estão inseridas em cabeceiras, podendo ser visto diversas nascentes nas sua limitações. O entendimento das potencialidades das cavas como requalificação dessa estrutura ambiental é fundamental;

Contexto Político

Mapa político dos zoneamentos de Sabará, Nova Lima e Belo Horizonte. Download do PDF.

Legenda do mapa:

Zoneamento Sabará

AIA: Área de Interesse Ambiental

AIS: Área de Interesse Social

ZEI: Zona de Empreendimentos de Impactos

ZEU: Zona de Expansão Urbana

ZUM: Zona de Uso Misto

ZUMA: Zona Urbana Mista Adensada

Zoneamento Nova Lima

ZR 1B: Zona Residencial 1B

ZR 2B: Zona Residencial 2B

ZR 2A: Zona Residencial 2A

ZR 3: Zona Residencial 3

ZI 2: Zona Industrial 2

ZCS 1: Zona de Comércio e Serviço 1

ZCS 2: Zona de Comércio e Serviço 2

ZCS 3: Zona de Comércio e Serviço 3

ZEUS: Zona Especial de Uso Sustentável

ZETH: Zona Especial de Turismo e Habitação

ZERVU: Zona Especial de Revitalização Urbana

ZERQU: Zona Especial de Requalificação Urbana

ZEPA: Zona Especial de Proteção Ambiental

ZEIS: Zona Especial de Interesse Social

ZEEU: Zona Especial de Expansão Urbana

ZR: Zona Rural

Zoneamento Belo Horizonte

AGEUC: Área de Grandes Equipamentos de Uso Coletivo

AGEE: Área de Grandes Equipamentos Econômicos

AEIS 2: Área Especial de Interesse Social - 2

AEIS1: Área Especial de Interesse Social - 1

CR: Centralidade Regional

OM 1: Ocupação Moderada 1

OM 2: Ocupação Moderada 2

OM 3: Ocupação Moderada 3

OM 4: Ocupação Moderada 4

OP 1: Ocupação Preferencial 1

OP 2: Ocupação Preferencial 2

OP 3: Ocupação Preferencial 3

PA 1: Preservação Ambiental 1

PA 2: Preservação Ambiental 2

PA 3: Preservação Ambiental 3

ZEIS 1: Zona Especial de Interesse Social 1

ZEIS 2: Zona Especial de Interesse Social 2

Objetivo: unir os zoneamentos de Belo Horizonte, Nova Lima e Sabará para comparação e sobreposição de diferentes posicionamentos entre municípios.

Análises:

O zoneamento de Nova Lima prevê uma zona de comércios e serviços no local da Serra do Curral, rodeado de áreas de preservação, se tornando uma possível contradição em um local que seria de interesse comum de ter leis mais rígidas em relação a sua ocupação. Essa zona também está em contradição com as políticas de Belo Horizonte, que prevê a preservação nesses arredores. Além disso, uma área entre os três municípios se encontra sem legislação presente, se tornando um espaço vazio. Ainda assim, na maioria do terreno da Serra do Curral, todos os três municípios tornaram a área um local de preservação ambiental, ainda que com um nível de proteção diferencial dependendo das áreas. Portanto, certa proteção foi concedida de forma unânime para o terreno.

Contexto Infraestrutural

MAPA DA INFRAESTRUTURA METROPOLITANA EXISTENTE

Mapa da infraestrutura metropolitana existente. Download do PDF.

Objetivo: Contextualizar a infraestrutura de mobilidade metropolitana existente, compreendendo seus conflitos e potencialidades.

Análises:

A estrutura territorial observada demonstra uma forte concentração de infraestrutura e conectividade em torno de Belo Horizonte, consolidando a capital como a principal centralidade metropolitana. Além disso, a rede viária apresenta-se estruturada por grandes eixos que reforçam a lógica monocêntrica da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), na qual os deslocamentos convergem majoritariamente para a capital. Esse cenário evidencia a dependência funcional dos municípios vizinhos em relação a Belo Horizonte, bem como a predominância do sistema rodoviário como principal meio de articulação entre essas centralidades.

O mapa reforça o papel da Serra do Curral como elemento estruturador da organização territorial da RMBH. Mais do que uma barreira física, a serra configura-se como um marco paisagístico, ambiental e infraestrutural, condicionando os vetores de expansão urbana e a implantação das redes metropolitanas. A concentração de propostas de mobilidade em seu entorno evidencia sua importância estratégica para a integração entre Belo Horizonte, Nova Lima, Sabará e Raposos.

A linha de metrô existente possui alcance territorial limitado quando comparada à extensão urbana da metrópole. O sistema permanece concentrado no eixo oeste-norte, revelando lacunas significativas na distribuição de infraestrutura de transporte coletivo de média e alta capacidade.

Nova Lima, apesar de sua expressiva relevância econômica e do intenso crescimento urbano recente, ainda apresenta uma grande desconexão infraestrutural em relação ao restante da malha metropolitana. Essa condição é influenciada tanto pela presença da Serra do Curral quanto pela elevada dependência do sistema rodoviário. Já Sabará e Raposos configuram-se como centralidades locais mais isoladas, cuja ocupação está pouco conectada com Belo Horizonte e Nova Lima.

A descontinuidade da rede de mobilidade nessa região evidencia uma oportunidade estratégica para a implantação de um eixo estruturador capaz de conectar Belo Horizonte, Nova Lima, Sabará e Raposos. Considerando as limitações impostas pela topografia e pela relevância ambiental da Serra do Curral, essa conexão deve priorizar soluções de transporte coletivo de alta capacidade e baixo impacto ambiental, fortalecendo a integração metropolitana sem comprometer os valores paisagísticos e ecológicos do território.

MAPA DA ESTRUTURA METROPOLITANA PROPOSTA PELO PDDI

Mapa da infraestrutura proposta pelo PDDI. Download do PDF.

Objetivo: Mapear as infraestruturas de mobilidade metropolitana propostas no PDDI, compreendendo suas potencialidades e limitações.

Análises:

A infraestrutura ferroviária destaca-se como um dos principais elementos das propostas do PDDI, reforçando uma lógica de integração metropolitana em escala regional. A priorização desse modal evidencia a intenção de estruturar um sistema de mobilidade mais eficiente, reduzindo a dependência do transporte rodoviário e fortalecendo a conectividade entre os municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).

A proposta do Ferroanel, associada às expansões do metrô e aos eixos viários metropolitanos, evidencia a intenção do PDDI de consolidar corredores estruturantes de mobilidade capazes de conectar Belo Horizonte, Nova Lima, Sabará e Raposos. Essa estratégia busca reduzir a dependência do transporte rodoviário convencional, além de redistribuir os fluxos metropolitanos, desviando parte da circulação de cargas e dos deslocamentos estruturais das áreas mais consolidadas da capital.

Outro aspecto relevante é a relação entre as infraestruturas propostas e as áreas ambientalmente sensíveis. Os traçados do Ferroanel, do Rodoanel e das expansões ferroviárias tangenciam regiões de elevada fragilidade ambiental, como a Serra do Curral e a Várzea das Flores. Esse cenário evidencia um dos principais desafios da RMBH: ampliar a conectividade regional sem intensificar processos de degradação paisagística, fragmentação ecológica e pressão sobre áreas de relevante valor ambiental.

A leitura do mapa permite compreender que o PDDI propõe uma metrópole estruturada por uma rede de mobilidade integrada, multimodal e regionalizada, buscando equilibrar eficiência dos deslocamentos, preservação ambiental e articulação territorial. Entretanto, as propostas também evidenciam tensões significativas entre a expansão da infraestrutura, a proteção da paisagem cultural da Serra do Curral e a ocupação urbana em áreas ambientalmente frágeis.

Contexto Urbano

MAPA DE TIPOLOGIAS - USO DO SOLO

Mapa de Tipologias de Uso do Solo. Download do PDF.

O mapa de uso e ocupação do solo foi elaborado a partir da interpretação de imagens de satélite do Google Earth, de imagens do Google Street View, dos mapas do Google Maps, assim como do shapefile de Tipologia de Uso e Ocupação do Lote 2022 disponibilizado pela Prefeitura de Belo Horizonte. O resultado final do mapa resultou da determinação das características predominantes observadas em cada bairro, de maneira a classificá-los em três categorias: uso residencial, uso misto e uso não residencial.

Nesse sentido, evidenciou-se a prevalência do uso misto na área de estudo, distribuindo-se por todas as regiões do território analisado. Já os usos predominantemente residenciais se concentram principalmente nas regiões periféricas do recorte proposto, destacando-se a área próxima à Serra do Curral e a região da Pampulha. Por sua vez, os usos não residenciais se concentram de maneira mais significativa na parte central do território, ocorrendo também a dispersão pontual de algumas áreas com características semelhantes nas demais regiões de Belo Horizonte

MAPA DE TIPOLOGIAS - PADRÃO CONSTRUTIVO E DE URBANIZAÇÃO

Mapa de Tipologias - Padrão Construtivo e de Urbanização. Download do PDF.

A elaboração do mapa de padrão construtivo e de urbanização foi realizada a partir da interpretação de imagens de satélite do Google Earth e de imagens do Google Street View, considerando as características predominantes observadas em cada bairro, de maneira a classificá-los em três categorias: baixo, médio e alto padrão.

Os critérios empregados para a determinação do padrão construtivo e de urbanização foram:

  • Presença de edificações resultantes de processos de autoconstrução;
  • Presença e qualidade dos acabamentos empregados;
  • Homogeneidade das construções;
  • Arborização;
  • Tamanho e características das vias;
  • Presença de espaços de lazer como praças e parques;
  • Presença de loteamentos regulares;
  • Taxa de ocupação dos lotes;

Nesse sentido, o mapa de análise dos padrões construtivos e de urbanização evidencia a predominância de bairros classificados como de médio padrão, que compõem a maior parte do território e estão dispersos por toda a área de análise. Observa-se ainda uma elevada concentração de bairros de alto padrão na porção sul e sudoeste da área de estudo, em regiões próximas à Serra do Curral, assim como uma concentração de bairros de alto padrão na porção norte do território, próximo à Lagoa da Pampulha, evidenciando a valorização imobiliária decorrente da valorização de amenidades ambientais e paisagísticas na região. Por sua vez, os bairros de baixo padrão se concentram primordialmente nas porções sudeste e sudoeste da área analisada, estando frequentemente assentados em regiões próximas à área de tombamento da Serra do Curral e em terrenos de elevada declividade.

MAPA DE TIPOLOGIAS - GRAU DE VERTICALIZAÇÃO

Mapa de Tipologias - Grau de Verticalização. Download do PDF.

A elaboração do mapa de verticalização foi realizada a partir da interpretação de imagens de satélite do Google Earth, considerando as características predominantes observadas em cada bairro, de maneira a classificá-los em três categorias: baixa, média e alta verticalização.

Os critérios empregados para a determinação do grau de verticalização dos bairros foram:

  • Baixa verticalização: predominância de edificações de até dois pavimentos, observando-se recorrência de casas térreas e sobrados e poucos ou nenhum edifício multifamiliar;
  • Média verticalização: prevalência de edificações entre 3 e 8 pavimentos, observando-se uma mistura entre casa e edifícios multifamiliares com adensamento moderado;
  • Alta verticalização: predomínio de edificações acima de 8 pavimentos, observando-se muitos edifícios residenciais e/ou comerciais;

Nesse sentido, o mapa de verticalização evidencia uma elevada concentração de bairros com alto grau de verticalização na região central do território analisado, estendendo-se para algumas porções da região centro-sul e sudoeste do município. Nas áreas próximas à Serra do Curral e da Lagoa da Pampulha, verifica-se uma predominância dos bairros classificados como de baixa verticalização, refletindo as limitações impostas pela legislação urbanística tombamento dessas áreas. As áreas de média verticalização, de forma geral, encontram-se entre os trechos marcados pelas áreas de alta e baixa verticalização, funcionando como zonas de transição entre essas regiões com características bastantes diversas de adensamento.