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= Corredor Ecológico =
''Autores:João Victor Marques, Henrique Ferreira de Oliveira, Henrique Rodrigues de Sales e Categoria:Vitor Samuel Pereira
 
Palavras-chave: [[Corredor ecológico]]; [[Conectividade]]; [[Infraestrutura verde]]; [[Conservação]]; [[Preservação ambiental]]; [[Cobertura vegetal]]; [[Serviços ecossistêmicos]]; [[Serra do Curral]]; [[Unidades de conservação]]; [[Planejamento territorial]]; [[Desenvolvimento urbano sustentável]]; [[Ordenamento territorial]]


== Conceito do plano ==
Inspirado nos princípios dos corredores ecológicos e dos mosaicos de unidades de conservação, o plano propõe a Serra do Curral como uma infraestrutura ecológica contínua e integrada, capaz de reconciliar preservação ambiental, equilíbrio urbano e permanência da paisagem.


'''Corredores Ecológicos'''
= Corredor Ecológico =


“O Corredor Ecológico é um instrumento de gestão e ordenamento territorial, definido pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza – SNUC (Lei 9.985, de 18 de julho de 2000), com o objetivo de garantir a manutenção dos processos ecológicos nas áreas de conexão entre unidades de conservação e/ou territórios tradicionais (indígenas e quilombolas) e unidades de conservação. Esse instrumento facilita o deslocamento de espécies entre diferentes áreas, permitindo a recolonização de regiões degradadas, a troca genética entre populações e o aumento de chances de sobrevivência de animais e plantas que precisam ir além dos limites de uma única área protegida.” BRASIL, 2000.
http://150.164.107.115/arquivos/urb608/11_avulsos/2026-06-08-imagens-wiki-Setor-1/2026-06-08-volumetria-1-setor1.jpeg


'''Mosaicos'''
[[Arquivo:Centralidade subestação cemig 2.png|miniaturadaimagem]]
[[Arquivo:Centralidade subestação cemig.png|miniaturadaimagem]]


“Os mosaicos são uma estratégia definida pelo SNUC que permite a gestão integrada e participativa de um conjunto de áreas protegidas que estejam próximas, sobrepostas ou justapostas. Esse instrumento tem a finalidade de ampliar as ações de conservação para além dos limites das UCs, compatibilizando a presença da biodiversidade, a valorização da sociodiversidade e o desenvolvimento sustentável no contexto regional (art. 26; SNUC).” BRASIL, 2000
== Conceito do plano ==
Preservar, simultaneamente ao desenvolvimento urbano da região, a importância ecológica da Serra do Curral enquanto componente estratégico do Complexo do Espinhaço. Entender esse território como conexão entre unidades de conservação e como rota de biodiversidade, ou seja, como um grande corredor ecológico.


“O Corredor Ecológico é um instrumento de gestão e ordenamento territorial, definido pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza – SNUC (Lei 9.985, de 18 de julho de 2000), com o objetivo de garantir a manutenção dos processos ecológicos nas áreas de conexão entre unidades de conservação e/ou territórios tradicionais (indígenas e quilombolas) e unidades de conservação. Esse instrumento facilita o deslocamento de espécies entre diferentes áreas, permitindo a recolonização de regiões degradadas, a troca genética entre populações e o aumento de chances de sobrevivência de animais e plantas que precisam ir além dos limites de uma única área protegida.<ref>BRASIL. Ministério do Meio Ambiente (MMA). Corredores Ecológicos. Disponível em: https://www.gov.br/mma Acesso em: 28 maio 2026.</ref>” BRASIL, 2000.
== Delimitação da área do plano ==
== Delimitação da área do plano ==
O corredor ecológico é definido entre unidades de conservação existentes - e propostas - na Serra do Curral e adjacências nos municípios de Belo Horizonte, Nova Lima e Sabará.
[http://150.164.107.115/upload/files/06_mapas/png/2026-07-02-mapa-corredor-setor-1.png http://150.164.107.115/arquivos/urb608/06_mapas/png/2026-07-02-mapa-corredor-setor-1.png]


== Objetivos do plano ==
== Objetivos do plano ==
'''Objetivo Geral'''
'''Objetivo Geral'''


Consolidar a Serra do Curral como um sistema ecológico contínuo e estruturador da Região Metropolitana, articulando biodiversidade, corredores ambientais, unidades de conservação, proteção de nascentes e valorização da paisagem enquanto patrimônio natural, cultural e simbólico. Em concordância com os corredores ambientais, propõe-se a implantação de passagens ecológicas em pontos estratégicos de rodovias e ferrovias que cortam a área estudada.
Inspirado nos princípios dos corredores ecológicos, o plano propõe a implantação de infraestruturas ao longo de percursos estratégicos capazes de promover a continuidade e a integração dos ecossistemas da Serra do Curral. Associado a tipologias de urbanização compatíveis com a preservação ambiental, esse instrumento busca conciliar o equilíbrio ecológico com o desenvolvimento da região.
== Diretrizes do plano ==
'''Diretrizes do Plano'''


'''Objetivos Específicos'''
Diretriz 01: O corredor ecológico será constituído por percursos ecológicos: rotas preferenciais para a fauna, providas de infraestruturas e de recursos hídricos e de vegetação.


Estruturar uma rede integrada de corredores ecológicos que amplie a conectividade entre fragmentos vegetais, áreas de preservação, áreas de interesse social e novas centralidades, fortalecendo a articulação entre unidades de conservação, áreas de proteção permanente e zonas estratégicas. O plano busca conter processos de expansão urbana predatória e ocupação irregular em áreas frágeis da Serra do Curral, ao mesmo tempo em que promove a proteção da fauna local por meio da implantação de passagens ecológicas e da redução da fragmentação ambiental.
Diretriz 02: Considerar as unidades de conservação existentes como início ou fim de cada percurso ecológico.


== Diretrizes do plano ==
Diretriz 03: Elementos de mobilidade humana, de modo particular as rodovias, são pontos críticos para cada percurso ecológico.
'''Diretrizes do Plano'''


Implantar corredores ecológicos e zonas de amortecimento capazes de conectar unidades de conservação, proteger áreas ambientalmente sensíveis e conter a expansão urbana sobre territórios frágeis da Serra do Curral. Reconhecer a vegetação como uma infraestrutura verde - não como áreas vazias, essencial ao equilíbrio climático, hídrico e paisagístico, priorizando soluções baseadas na natureza e integração entre mobilidade ecológica, lazer e educação ambiental, garantindo a preservação da paisagem visual da serra como elemento estruturador da identidade de Belo Horizonte.
Diretriz 04: Novas redes de transporte e arquitetura nas proximidades devem ser compatíveis com a finalidade do corredor ecológico.  


Diretriz 05: Novas arquiteturas devem estar integradas ao transporte coletivo não automotivo.
== Programa Urbanístico-Ambiental-Infraestrutura ==
== Programa Urbanístico-Ambiental-Infraestrutura ==
'''Percurso A: Vila Marzagao x Rosário'''
Trechos delimitados com base na ocupação preexistente e possibilidade de expansão e ocupação de área de  interesse biológico em vista a proposta de conexão entre unidades de conservação.
Programa:
Estação ecológica: propõe-se uma área destinada à estação ecológica visando a preservação máxima de um grande mancha vegetal fundamental a passagem dos corredores ecológicos.
Zona de interesse Relevante Ambiental: Visando a manutenção e mitigação da ocupação em áreas próximas à destinadas ao corredor ecológico do percurso A, propõe-se uma área de zona de interesse relevante ambiental próximo ao centroide da cidade de Sabará.
Parque Estadual: Visando a proximidade a cidade de Sabará juntamente a necessidade de preservação de uma área de grande cobertura vegetal nativa, é definido um parque Estadual visando a preservação e contato a natureza de forma controlada por usuários locais ou visitantes.
[[Arquivo:Corredor ecologico recorte percurso a.png|frame|none|link=| [./Http://150.164.107.115/upload/share/1y7_cqZ5 LEGENDA.]]]
'''Percurso B: Vila Marzagao x Parque Natural Municipal Chácara do Lessa'''
Delimitação determinada buscando manter a conexão entre a estação ecológica, o Conjunto Paisagístico do Morro São Francisco, além do Parque Natural Municipal Chácara do Lessa.
evitando assim a barreira para fauna que esta se formando devido a urbanização crescente da região.
[[Arquivo:Corredor ecologico recorte percurso b.png|frame|none|link=| [./Http://150.164.107.115/upload/share/EzEYYkq1 LEGENDA.]]]
'''Percurso C: Mata do Jambeiro x Mata Samuel de Paula'''
Trecho delimitado com base nos fundos de vale e nos remanescentes de vegetação densa, favorecendo a conectividade ecológica da paisagem.
[[Arquivo:Corredor ecologico recorte percurso jambeiro x samuel.png|frame|none|link=| [./Http://150.164.107.115/upload/share/NgdE-rZP LEGENDA.]]]
'''Percurso D: Área de Preservação Fechos x MONA/RPPN x Mata Samuel de Paula'''
A delimitação do trecho considerou o curso dos córregos dos Fechos e dos Cristais, adotando-se como eixo de ligação o corredor de menor distância associado aos fundos de vale existentes.
[[Arquivo:Corredor ecologico recorte percurso fecho x cristais.png|frame|none|link=| [./Http://150.164.107.115/upload/share/BGQakJij LEGENDA.]]]
'''Percurso E: Parque Serra do Curral x APE Cercadinho x Mangabeiras'''
Por se tratar do trecho de maior sensibilidade ambiental, propõe-se não apenas a criação de um eixo de conectividade ecológica, mas a implementação de uma estratégia mais ampla de recuperação ambiental, composto pelo reflorestamento de serra e implantação de parque linear.
[[Arquivo:Corredor ecologico recorte percurso rola moça x curral.png|frame|none|link=| [./Http://150.164.107.115/upload/share/B1N06UZA LEGENDA.]]]
'''Área de desenvolvimento Cemig-Rio das Velhas:'''
Centralidade: Uma nova centralidade se dará em função da nova estação Cemig-Rio das Velhas e a ocupação da região partirá do eixo do monotrilho.
Mobilidade: Terá o sistema de monotrilho como estruturante na implantação dos edifícios, bem como no fluxo interno e com outros territórios.
Ambiente, drenagem e infraestrutura verde: A nova urbanização deverá ter baixa taxa de ocupação do solo, liberando-o para os ecossistemas originais e para o uso humano sustentável.
== Programa Tipologias-Uso ==
== Programa Tipologias-Uso ==
'''Percurso A: Vila Marzagao x Rosário'''
Trecho delimitado com base no percurso de maior presença vegetal nativa, visando menor possibilidade de cruzamento com a ocupação humana, este caminho apresenta como necessidade a implantação de 4 ecodutos e 1 ponte ecológica. Sendo tais ecodutos necessários devido a presença de eixo viário existente. Já a ponte ecológica se faz necessária devido ao cruzamento entre as margens do corpo da água referente ao rio das velhas no percurso delimitado.
'''Percurso B: Vila Marzagao x Parque Natural Municipal Chácara do Lessa'''
'''Percurso C: Mata do Jambeiro x Mata Samuel de Paula'''
Foram propostas duas passagens subterrâneas<ref>PASSAGEM DE FAUNA. '''Passagens de fauna subterrâneas'''. Passagem de Fauna, [s. l.], [20--]. Disponível em: https://passagemdefauna.com.br/passagens-fauna-subterraneas/ Acesso em: 2 jul. 2026.</ref> sob a Avenida Presidente Kennedy e a MG-030, para passagem de fauna de médio e grande porte, ambas em Nova Lima.
Referência: <nowiki>https://passagemdefauna.com.br/passagens-fauna-subterraneas/</nowiki>
'''Percurso D: Área de Preservação Fechos x MONA/RPPN x Mata Samuel de Paula'''
Por se tratar de uma área caracterizada por significativa integridade ecológica, com remanescentes vegetais contínuos e baixa fragmentação da paisagem, dispensou-se a proposição de novos ecodutos, priorizando-se a manutenção das conexões naturais já estabelecidas.
'''Percurso E: Parque Serra do Curral x APE Cercadinho x Mangabeiras'''
<html>
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</a>
</html>
A proposta contempla o reflorestamento da serra nas áreas lindeiras à BR-040, associado à implantação de dois ecodutos <ref>CNA. '''New ecological bridge to connect wildlife between Bukit Timah and Central Catchment nature reserves'''. Channel News Asia, Singapura, 27 maio 2023. Disponível em: https://www.channelnewsasia.com/singapore/ecological-bridge-wildlife-connectivity-upper-bukit-timah-3519831 Acesso em: 2 jul. 2026.</ref>para garantir a travessia segura da fauna.
Complementarmente, prevê a criação de um parque linear ao longo da linha férrea do Belvedere, promovendo sua requalificação como corredor ecológico e espaço público de uso social.
Referência: <nowiki>https://www.channelnewsasia.com/singapore/ecological-bridge-wildlife-connectivity-upper-bukit-timah-3519831</nowiki>
'''Área de desenvolvimento Cemig-Rio das Velhas:'''
Arquiteturas: Grandes edifícios em formato de lâminas sinuosas, implantados paralelamente às curvas do terreno e apoiados sobre pilotis. As linhas de monotrilho integram-se aos edifícios principais. Blocos secundários, dispostos transversalmente às curvas do terreno, conectam-se aos principais.
== Imagens, mapas, croquis e fotos ==
== Imagens, mapas, croquis e fotos ==
Materiais produzidos pelo grupo e armazenados no File Browser:
[[Arquivo:2026-06-08-volumetria-5-setor1.jpg|esquerda|miniaturadaimagem|Croqui Tipologias de Uso Área da Subestação Cemig - Planta ]]
* [http://150.164.107.115/upload/api/public/dl/io-kjEy2?inline=true Imagens, mapas, croquis e fotos do grupo]
[[Arquivo:Edificações (2) na CEMIG - Rio das Velhas.png|miniaturadaimagem|Edificações na CEMIG - Rio das Velhas]]
[[Arquivo:2026-05-26-croqui-1.jpg|esquerda|miniaturadaimagem|Croqui Tipologias de Uso da área da Subestação Cemig - Corte 1]]
[[Arquivo:Edificações na CEMIG - Rio das Velhas.png|miniaturadaimagem|Edificações na CEMIG - Rio das Velhas]]
[[Arquivo:2026-05-26-croqui-2.jpg|miniaturadaimagem|centro|Croqui Tipologias de Uso da área da Subestação Cemig - Perspectiva 1]]
 
 
[[Arquivo:2026-05-26-croqui-3.jpg|miniaturadaimagem|centro|Croqui Tipologias de Uso da área da Subestação Cemig - Corte 2]]
 
# http://150.164.107.115/upload/share/nY7-bHj3  Materiais produzidos pelo grupo e armazenados no File Browser:
#* [http://150.164.107.115/upload/share/qKsdH6Qu Imagens, croquis e volumetrias propostas]
 
 
[[Arquivo:2026-05-26-croqui-2.jpg]]


== Referências ==
== Referência ==


# <span id="ref1"></span>


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[[Categoria:URB608-E]]
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[[Categoria:Henrique Ferreira de Oliveira]]
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[[Categoria:Planejamento territorial]]
[[Categoria:Conservação ambiental]]
[[Categoria:Serra do Curral]]

Edição atual tal como às 11h40min de 3 de julho de 2026

Autores:João Victor Marques, Henrique Ferreira de Oliveira, Henrique Rodrigues de Sales e Categoria:Vitor Samuel Pereira

Palavras-chave: Corredor ecológico; Conectividade; Infraestrutura verde; Conservação; Preservação ambiental; Cobertura vegetal; Serviços ecossistêmicos; Serra do Curral; Unidades de conservação; Planejamento territorial; Desenvolvimento urbano sustentável; Ordenamento territorial


Corredor Ecológico

2026-06-08-volumetria-1-setor1.jpeg

Conceito do plano

Preservar, simultaneamente ao desenvolvimento urbano da região, a importância ecológica da Serra do Curral enquanto componente estratégico do Complexo do Espinhaço. Entender esse território como conexão entre unidades de conservação e como rota de biodiversidade, ou seja, como um grande corredor ecológico.

“O Corredor Ecológico é um instrumento de gestão e ordenamento territorial, definido pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza – SNUC (Lei 9.985, de 18 de julho de 2000), com o objetivo de garantir a manutenção dos processos ecológicos nas áreas de conexão entre unidades de conservação e/ou territórios tradicionais (indígenas e quilombolas) e unidades de conservação. Esse instrumento facilita o deslocamento de espécies entre diferentes áreas, permitindo a recolonização de regiões degradadas, a troca genética entre populações e o aumento de chances de sobrevivência de animais e plantas que precisam ir além dos limites de uma única área protegida.[1]” BRASIL, 2000.

Delimitação da área do plano

O corredor ecológico é definido entre unidades de conservação existentes - e propostas - na Serra do Curral e adjacências nos municípios de Belo Horizonte, Nova Lima e Sabará.

2026-07-02-mapa-corredor-setor-1.png

Objetivos do plano

Objetivo Geral

Inspirado nos princípios dos corredores ecológicos, o plano propõe a implantação de infraestruturas ao longo de percursos estratégicos capazes de promover a continuidade e a integração dos ecossistemas da Serra do Curral. Associado a tipologias de urbanização compatíveis com a preservação ambiental, esse instrumento busca conciliar o equilíbrio ecológico com o desenvolvimento da região.

Diretrizes do plano

Diretrizes do Plano

Diretriz 01: O corredor ecológico será constituído por percursos ecológicos: rotas preferenciais para a fauna, providas de infraestruturas e de recursos hídricos e de vegetação.

Diretriz 02: Considerar as unidades de conservação existentes como início ou fim de cada percurso ecológico.

Diretriz 03: Elementos de mobilidade humana, de modo particular as rodovias, são pontos críticos para cada percurso ecológico.

Diretriz 04: Novas redes de transporte e arquitetura nas proximidades devem ser compatíveis com a finalidade do corredor ecológico.

Diretriz 05: Novas arquiteturas devem estar integradas ao transporte coletivo não automotivo.

Programa Urbanístico-Ambiental-Infraestrutura

Percurso A: Vila Marzagao x Rosário


Trechos delimitados com base na ocupação preexistente e possibilidade de expansão e ocupação de área de  interesse biológico em vista a proposta de conexão entre unidades de conservação.

Programa:

Estação ecológica: propõe-se uma área destinada à estação ecológica visando a preservação máxima de um grande mancha vegetal fundamental a passagem dos corredores ecológicos.

Zona de interesse Relevante Ambiental: Visando a manutenção e mitigação da ocupação em áreas próximas à destinadas ao corredor ecológico do percurso A, propõe-se uma área de zona de interesse relevante ambiental próximo ao centroide da cidade de Sabará.

Parque Estadual: Visando a proximidade a cidade de Sabará juntamente a necessidade de preservação de uma área de grande cobertura vegetal nativa, é definido um parque Estadual visando a preservação e contato a natureza de forma controlada por usuários locais ou visitantes.


[./Http://150.164.107.115/upload/share/1y7_cqZ5 LEGENDA.]


Percurso B: Vila Marzagao x Parque Natural Municipal Chácara do Lessa

Delimitação determinada buscando manter a conexão entre a estação ecológica, o Conjunto Paisagístico do Morro São Francisco, além do Parque Natural Municipal Chácara do Lessa.

evitando assim a barreira para fauna que esta se formando devido a urbanização crescente da região.


[./Http://150.164.107.115/upload/share/EzEYYkq1 LEGENDA.]


Percurso C: Mata do Jambeiro x Mata Samuel de Paula

Trecho delimitado com base nos fundos de vale e nos remanescentes de vegetação densa, favorecendo a conectividade ecológica da paisagem.


[./Http://150.164.107.115/upload/share/NgdE-rZP LEGENDA.]

Percurso D: Área de Preservação Fechos x MONA/RPPN x Mata Samuel de Paula

A delimitação do trecho considerou o curso dos córregos dos Fechos e dos Cristais, adotando-se como eixo de ligação o corredor de menor distância associado aos fundos de vale existentes.

[./Http://150.164.107.115/upload/share/BGQakJij LEGENDA.]

Percurso E: Parque Serra do Curral x APE Cercadinho x Mangabeiras

Por se tratar do trecho de maior sensibilidade ambiental, propõe-se não apenas a criação de um eixo de conectividade ecológica, mas a implementação de uma estratégia mais ampla de recuperação ambiental, composto pelo reflorestamento de serra e implantação de parque linear.

[./Http://150.164.107.115/upload/share/B1N06UZA LEGENDA.]

Área de desenvolvimento Cemig-Rio das Velhas:

Centralidade: Uma nova centralidade se dará em função da nova estação Cemig-Rio das Velhas e a ocupação da região partirá do eixo do monotrilho.

Mobilidade: Terá o sistema de monotrilho como estruturante na implantação dos edifícios, bem como no fluxo interno e com outros territórios.

Ambiente, drenagem e infraestrutura verde: A nova urbanização deverá ter baixa taxa de ocupação do solo, liberando-o para os ecossistemas originais e para o uso humano sustentável.

Programa Tipologias-Uso

Percurso A: Vila Marzagao x Rosário

Trecho delimitado com base no percurso de maior presença vegetal nativa, visando menor possibilidade de cruzamento com a ocupação humana, este caminho apresenta como necessidade a implantação de 4 ecodutos e 1 ponte ecológica. Sendo tais ecodutos necessários devido a presença de eixo viário existente. Já a ponte ecológica se faz necessária devido ao cruzamento entre as margens do corpo da água referente ao rio das velhas no percurso delimitado.

Percurso B: Vila Marzagao x Parque Natural Municipal Chácara do Lessa

Percurso C: Mata do Jambeiro x Mata Samuel de Paula

Foram propostas duas passagens subterrâneas[2] sob a Avenida Presidente Kennedy e a MG-030, para passagem de fauna de médio e grande porte, ambas em Nova Lima.

Referência: https://passagemdefauna.com.br/passagens-fauna-subterraneas/

Percurso D: Área de Preservação Fechos x MONA/RPPN x Mata Samuel de Paula

Por se tratar de uma área caracterizada por significativa integridade ecológica, com remanescentes vegetais contínuos e baixa fragmentação da paisagem, dispensou-se a proposição de novos ecodutos, priorizando-se a manutenção das conexões naturais já estabelecidas.

Percurso E: Parque Serra do Curral x APE Cercadinho x Mangabeiras

A proposta contempla o reflorestamento da serra nas áreas lindeiras à BR-040, associado à implantação de dois ecodutos [3]para garantir a travessia segura da fauna.

Complementarmente, prevê a criação de um parque linear ao longo da linha férrea do Belvedere, promovendo sua requalificação como corredor ecológico e espaço público de uso social.


Referência: https://www.channelnewsasia.com/singapore/ecological-bridge-wildlife-connectivity-upper-bukit-timah-3519831

Área de desenvolvimento Cemig-Rio das Velhas:

Arquiteturas: Grandes edifícios em formato de lâminas sinuosas, implantados paralelamente às curvas do terreno e apoiados sobre pilotis. As linhas de monotrilho integram-se aos edifícios principais. Blocos secundários, dispostos transversalmente às curvas do terreno, conectam-se aos principais.

Imagens, mapas, croquis e fotos

Croqui Tipologias de Uso Área da Subestação Cemig - Planta
Edificações na CEMIG - Rio das Velhas
Croqui Tipologias de Uso da área da Subestação Cemig - Corte 1
Edificações na CEMIG - Rio das Velhas
Croqui Tipologias de Uso da área da Subestação Cemig - Perspectiva 1


Croqui Tipologias de Uso da área da Subestação Cemig - Corte 2
  1. http://150.164.107.115/upload/share/nY7-bHj3 Materiais produzidos pelo grupo e armazenados no File Browser:


Referência

  1. BRASIL. Ministério do Meio Ambiente (MMA). Corredores Ecológicos. Disponível em: https://www.gov.br/mma Acesso em: 28 maio 2026.
  2. PASSAGEM DE FAUNA. Passagens de fauna subterrâneas. Passagem de Fauna, [s. l.], [20--]. Disponível em: https://passagemdefauna.com.br/passagens-fauna-subterraneas/ Acesso em: 2 jul. 2026.
  3. CNA. New ecological bridge to connect wildlife between Bukit Timah and Central Catchment nature reserves. Channel News Asia, Singapura, 27 maio 2023. Disponível em: https://www.channelnewsasia.com/singapore/ecological-bridge-wildlife-connectivity-upper-bukit-timah-3519831 Acesso em: 2 jul. 2026.