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Composição acionária da Usiminas

Estrutura por tipo de ação

  • Capital social total: 1.253.079.108 ações
    • 705.260.684 (56,28%) ações ordinárias (ON)
    • 547.818.424 (43,72%) ações preferenciais (PN)

Principais blocos de controle (ações ON)

  • Grupo T/T (Ternium + Tenaris/Confab): ~49,31%
  • Grupo NSC (Nippon Steel Group): ~22,66%
  • Previdência Usiminas: ~4,84%
  • Demais acionistas (free float): ~23,19%

Ações preferenciais (PN)

  • Demais investidores: 97,64%
  • Grupo T/T: 1,79%
  • Grupo NSC: 0,57%
Tipo de Ação Grupo / Categoria % Aproximado
Ações Ordinárias Grupo T/T 49,31%
Grupo NSC 22,66%
Previdência Usiminas 4,84%
Free float 23,19%
Ações Preferenciais Demais investidores 97,64%
Grupo T/T 1,79%
Grupo NSC 0,57%

Grupo NSC (Nippon Steel) na Usiminas

  • Presente desde a fundação (1956), via empresa japonesa Yawata Steel Company.
  • Após fusão com a Fuji Steel, em 1970, formou a Nippon Steel Corporation.
  • Hoje, mantém participação estratégica como Grupo NSC.

Grupo T/T (Ternium + Tenaris/Confab)

  • Origem: Grupo Techint (fundado em 1945 por Agostino Rocca, ítalo-argentino).
  • Empresas:
    • Ternium (aço plano e longo).
    • Tenaris/Confab (tubos de aço, Pindamonhangaba-SP).
  • Entrou na Usiminas em 2012, hoje maior acionista (49,31% ON).

Itaú Cultural e financiamento cultural

  • Atua principalmente como instituição própria de fomento, não como patrocinadora direta.
  • Parcerias:
    • MAM-Rio (exposições).
    • MAM-SP (eventos conjuntos).
  • Itaú Unibanco (holding) financia diretamente museus: MASP, Pinacoteca, MAM-SP, MIS, Instituto Tomie Ohtake, Museu da Língua Portuguesa, Bienal de São Paulo.

ILAESE (Instituto Latino-Americano de Estudos Socioeconômicos)

  • Voltado para formação e pesquisa de lideranças operárias e sindicais.
  • Financiamento não declarado publicamente.
  • Prováveis fontes: contribuições sindicais, parcerias, serviços.

Fenametro

  • Federação Nacional dos Metroferroviários.
  • Provável financiamento por contribuições sindicais e assistenciais.
  • Não há informações públicas detalhadas.

Fábricas de cimento em Pedro Leopoldo

  • Cimento Cauê (Camargo Corrêa → InterCement): fundada em 1953, fechada em 2019.
  • Ciminas (Holderbank/Holcim, hoje CSN Cimentos): fundada em 1973, em operação.

MMX Mineração

  • Criada em 2005 por Eike Batista.
  • Em Minas Gerais, operou no Sistema Sudeste (Serra Azul, Brumadinho/Igarapé).
  • Sistema hoje controlado pela ArcelorMittal.

ArcelorMittal Mineração Serra Azul

  • Operadora atual: ArcelorMittal Mineração Serra Azul.
  • Expansão em curso para 4,5 Mtpa até 2025.
  • Vida útil prevista até 2056.

ArcelorMittal Mineração – Acionistas

  • Controlada integralmente pela ArcelorMittal Brasil S.A.
  • ArcelorMittal Brasil pertence 100% à ArcelorMittal S.A. (Luxemburgo).
  • Família Mittal detém ~39,9% da ArcelorMittal global.

Indústrias de base

  • Produzem insumos fundamentais (aço, cimento, químicos, energia, máquinas).
  • Tipos:
    • Siderurgia/metalurgia.
    • Química pesada.
    • Cimento e materiais.
    • Mineração.
    • Bens de capital.

Votorantim Cimentos

  • Empresa de capital fechado.
  • Controlada integralmente pela holding Votorantim S.A..
  • Proprietários: família Ermírio de Moraes.

RATP Paris

  • Empresa pública (EPIC) fundada em 1949.
  • Opera: Metrô de Paris, rede de ônibus, RER (linhas A e B), tramways, manutenção de infraestrutura.
  • Subsidiária internacional: RATP Dev.

RATP Brasil

  • Subsidiária da RATP Dev.
  • Participação técnica na Linha 4-Amarela de SP (ViaQuatro).
  • Apoio técnico ao VLT Carioca (Rio).

Trens da Alstom no Brasil

  • VLT Carioca (Rio): trens Alstom Citadis 402.
  • Linha 4-SP: trens Hyundai Rotem.
  • SuperVia: trens Alstom séries 4000 e 5000.
  • Metrô Rio: parte da frota (Série 1000 ampliada pela Alstom), além de trens CRRC.

Metrô de Belo Horizonte

Estrutura acionária

  • 100% controlado pela VDMG Participações S.A..
  • VDMG pertence ao Grupo Comporte (família Constantino).

Novos trens

  • Fabricante: CRRC Changchun (China).
  • 24 trens com 4 carros cada.
  • Entrega a partir de 2026, substituindo a Série 900.

CRRC no Brasil

  • Prevê instalar fábrica em Araraquara-SP (antiga Hyundai Rotem).
  • Investimento ~R$50 milhões, início em 2026 (dependente de CADE).
  • Objetivo: atender projetos nacionais como SP, BH e TIC.

Vale S.A. (antiga Vale do Rio Doce)

  • Subsidiárias e ativos em transporte e logística:
    • VLI (ferrovias e portos).
    • Estrada de Ferro Carajás.
    • EF Vitória-Minas.
    • Portos: Tubarão (ES), Ponta da Madeira (MA).
  • Energia: participações em hidrelétricas.
  • Infraestrutura: construção de ferrovias e terminais para escoamento.

SuperVia (Rio de Janeiro)

  • Controlada pela Guarana Urban Mobility Incorporated (GUMI).
    • Mitsui (Japão), JR West, JOIN.
  • Odebrecht TransPort/Novonor detém 11,33%.
  • Governo do RJ negocia transição para nova operadora (2024–2025).

Relatórios da SuperVia

VLT da Baixada Santista (Santos)

  • Trens Tramlink V4 fabricados pela espanhola Vossloh Rail Vehicles.
  • Montados no Brasil pela T'Trans (Consórcio Tremvia Santos).
  • Não utiliza composições da CRRC.

ESG e abertura de capital

  • ESG influencia positivamente o IPO:
    • Maior interesse de investidores institucionais.
    • Redução de risco e custo de capital.
    • Melhora de precificação e valorização.
  • Governança (G) é crucial em segmentos como Novo Mercado (B3).
  • Ausência de práticas ESG pode limitar acesso a capital.