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	<title>Seminários 2025 - Histórico de revisão</title>
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		<title>Marcelo: Criou página com &#039;=Seminários=  ==Estudo Nacional de Mobilidade Urbana (ENMU)== O Estudo Nacional de Mobilidade Urbana (ENMU) é uma iniciativa conduzida pelo BNDES em parceria com o Ministério das Cidades para subsidiar a elaboração de uma Estratégia Nacional de Mobilidade Urbana. O foco recai nas 21 maiores regiões metropolitanas brasileiras, com diagnóstico técnico, visão de longo prazo e formação de uma carteira de projetos (incluindo concessões e PPPs) para sistemas d...&#039;</title>
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		<updated>2025-10-23T21:30:33Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou página com &amp;#039;=Seminários=  ==&lt;a href=&quot;/infra/index.php/Estudo_Nacional_de_Mobilidade_Urbana_(ENMU)&quot; title=&quot;Estudo Nacional de Mobilidade Urbana (ENMU)&quot;&gt;Estudo Nacional de Mobilidade Urbana (ENMU)&lt;/a&gt;== O Estudo Nacional de Mobilidade Urbana (ENMU) é uma iniciativa conduzida pelo BNDES em parceria com o Ministério das Cidades para subsidiar a elaboração de uma Estratégia Nacional de Mobilidade Urbana. O foco recai nas 21 maiores regiões metropolitanas brasileiras, com diagnóstico técnico, visão de longo prazo e formação de uma carteira de projetos (incluindo concessões e PPPs) para sistemas d...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;=Seminários= &lt;br /&gt;
==[[Estudo Nacional de Mobilidade Urbana (ENMU)]]==&lt;br /&gt;
O Estudo Nacional de Mobilidade Urbana (ENMU) é uma iniciativa conduzida pelo BNDES em parceria com o Ministério das Cidades para subsidiar a elaboração de uma Estratégia Nacional de Mobilidade Urbana. O foco recai nas 21 maiores regiões metropolitanas brasileiras, com diagnóstico técnico, visão de longo prazo e formação de uma carteira de projetos (incluindo concessões e PPPs) para sistemas de transporte público de média e alta capacidade (TPC-MAC).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==[[Transições da Mobilidade:Tecnodiversidade]]==&lt;br /&gt;
O título &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;“Transições da Mobilidade: Tecnodiversidade”&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; remete à compreensão de que os sistemas de transporte não evoluem de maneira linear nem convergem para um padrão universal, mas se constituem como múltiplas trajetórias historicamente situadas. Mais do que a simples substituição do automóvel por modais sustentáveis, essas transições incorporam novas tecnologias digitais, formas alternativas de gestão e arranjos institucionais que emergem em resposta a demandas sociais, econômicas e ambientais diversas. Para &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Yuk Hui (2020)&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;, o conceito de &amp;#039;&amp;#039;tecnodiversidade&amp;#039;&amp;#039; rompe com a ideia de uma tecnologia homogênea e globalizada, enfatizando que cada sociedade constrói suas soluções técnicas a partir de cosmologias e tradições próprias&amp;lt;ref&amp;gt;HUI, Yuk. &amp;#039;&amp;#039;Tecnodiversidade&amp;#039;&amp;#039;. São Paulo:Ubuntu Editora, 2020.&amp;lt;/ref&amp;gt;. De modo complementar, &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Milton Santos (2008)&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; destaca que a técnica, enquanto forma de mediação entre globalização e lugar, nunca é neutra: sua apropriação revela tanto os condicionantes externos quanto as particularidades do território em que se materializa&amp;lt;ref&amp;gt;SANTOS, Milton. &amp;#039;&amp;#039;A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção&amp;#039;&amp;#039;. 4. ed. São Paulo: Editora da USP, 2008.&amp;lt;/ref&amp;gt;.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Casos concretos ajudam a demonstrar essas transições plurais. Em &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Curitiba&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;, o sistema de &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;BRT (Bus Rapid Transit)&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;, implantado nos anos 1970, constituiu uma inovação adaptada à realidade brasileira, articulando baixo custo e planejamento urbano integrado. Em &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Shenzhen, na China&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;, a eletrificação completa da frota de ônibus urbanos refletiu a capacidade produtiva local e políticas industriais centralizadas, configurando um caminho distinto de inovação. Em &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Zurique&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;, o sistema &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;S-Bahn&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; consolidou um modelo europeu centrado na confiabilidade, integração regional e sustentabilidade energética. Já em &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;La Paz&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;, o sistema &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Mi Teleférico&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; transformou o transporte por cabos em uma rede massiva, respondendo a desafios topográficos e a demandas de inclusão social, ao mesmo tempo em que redefiniu a relação entre mobilidade, paisagem e identidade urbana.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses exemplos evidenciam que pensar as transições da mobilidade implica reconhecer a tecnodiversidade como chave analítica para compreender as múltiplas formas de articular técnica, território e sociedade. No contexto do &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Sul Global&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;, essa perspectiva se mostra particularmente relevante para problematizar modelos importados e revelar as possibilidades de inovação local, questionando a hegemonia de soluções universais e afirmando a legitimidade de trajetórias plurais de mobilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==[[Sistemas de Planejamento, Implementação, Regulação e Gestão da Infraestrutura de Transportes no Brasil]]==&lt;br /&gt;
A infraestrutura de transportes no Brasil constitui um dos pilares fundamentais para o desenvolvimento territorial e econômico do país, articulando dimensões que vão desde a formulação de políticas públicas até a operação cotidiana dos sistemas de mobilidade. Trata-se de um campo complexo, no qual se entrelaçam interesses estatais, privados e sociais, e que pode ser analisado a partir de quatro áreas principais: &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;planejamento, implementação, regulação e gestão&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;. Cada uma dessas dimensões não atua de forma isolada, mas integra um ciclo contínuo de políticas e práticas que moldam a logística nacional, a mobilidade urbana e a integração regional.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;planejamento&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; compreende a formulação de estratégias de médio e longo prazo voltadas à integração dos modais e à orientação de investimentos. Documentos como o &amp;#039;&amp;#039;Plano Nacional de Logística (PNL)&amp;#039;&amp;#039;, atualmente em desenvolvimento pela Infra S.A. (antiga EPL), utilizam modelagem de cenários para projetar demandas até 2035, enquanto o &amp;#039;&amp;#039;Plano Nacional de Logística e Transportes (PNLT)&amp;#039;&amp;#039;, elaborado em 2007, foi um marco na tentativa de coordenar políticas para rodovias, ferrovias, hidrovias e portos. Em escala urbana, a &amp;#039;&amp;#039;Lei da Mobilidade (Lei nº 12.587/2012)&amp;#039;&amp;#039; instituiu a obrigatoriedade dos &amp;#039;&amp;#039;Planos de Mobilidade Urbana (PlanMob)&amp;#039;&amp;#039; para municípios, consolidando a integração de metrôs, BRTs, VLTs e modos ativos. Programas como o &amp;#039;&amp;#039;PAC (Programa de Aceleração do Crescimento)&amp;#039;&amp;#039;, lançado em 2007 e retomado em 2023, exemplificam o esforço do governo federal em priorizar investimentos estratégicos no setor&amp;lt;ref&amp;gt;BRASIL. Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Brasília: Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos, 2007.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;implementação&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; refere-se à materialização do planejamento em obras e projetos. No setor ferroviário, destacam-se empreendimentos como a &amp;#039;&amp;#039;Ferrovia Norte-Sul&amp;#039;&amp;#039;, a &amp;#039;&amp;#039;Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL)&amp;#039;&amp;#039; e a &amp;#039;&amp;#039;Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (FICO)&amp;#039;&amp;#039;, concebidas para ampliar a competitividade logística nacional. No transporte urbano, exemplos emblemáticos incluem a expansão da &amp;#039;&amp;#039;Linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo&amp;#039;&amp;#039;, o primeiro projeto brasileiro de PPP metroferroviária, e a construção da &amp;#039;&amp;#039;Linha 6-Laranja&amp;#039;&amp;#039;, retomada após parcerias entre Estado e iniciativa privada. No modal aéreo, a implementação de concessões resultou na modernização de terminais como &amp;#039;&amp;#039;Guarulhos (GRU Airport)&amp;#039;&amp;#039; e &amp;#039;&amp;#039;Confins (BH Airport)&amp;#039;&amp;#039;, ampliando a capacidade e a qualidade do serviço.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;regulação&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; envolve o conjunto de normas, contratos e mecanismos de fiscalização que asseguram a qualidade, a eficiência e a segurança da infraestrutura e dos serviços de transporte. A atuação das agências reguladoras é central nesse processo: a &amp;#039;&amp;#039;ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres)&amp;#039;&amp;#039; supervisiona concessões rodoviárias e ferroviárias, a &amp;#039;&amp;#039;ANTAQ&amp;#039;&amp;#039; regula portos e navegação, enquanto a &amp;#039;&amp;#039;ANAC&amp;#039;&amp;#039; é responsável pelo setor aéreo. Um exemplo paradigmático é a concessão da &amp;#039;&amp;#039;Via Dutra (BR-116/SP-RJ)&amp;#039;&amp;#039;, na qual a ANTT estabelece tarifas de pedágio, fiscaliza padrões de manutenção e exige investimentos de ampliação como contrapartida das concessionárias&amp;lt;ref&amp;gt;AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES (ANTT). Relatório Anual 2021/2022. Brasília: ANTT, 2022.&amp;lt;/ref&amp;gt;.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, a &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;gestão&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; abrange a operação e manutenção dos sistemas de transporte, seja por concessionárias privadas, empresas públicas ou modelos híbridos. No setor rodoviário, grupos como &amp;#039;&amp;#039;CCR&amp;#039;&amp;#039; e &amp;#039;&amp;#039;EcoRodovias&amp;#039;&amp;#039; administram trechos concessionados, garantindo serviços de atendimento ao usuário e conservação da via. No transporte ferroviário, após a desestatização da RFFSA, empresas como a &amp;#039;&amp;#039;Rumo Logística&amp;#039;&amp;#039; e a &amp;#039;&amp;#039;MRS&amp;#039;&amp;#039; assumiram a operação da malha, estruturando fluxos de carga e investimentos em modernização. Em âmbito urbano, além das concessionárias de metrô e ônibus, iniciativas digitais como o &amp;#039;&amp;#039;SIMOB (Sistema de Monitoramento da Mobilidade Urbana)&amp;#039;&amp;#039;, em Belo Horizonte, demonstram a incorporação de tecnologias de IoT e sistemas inteligentes para otimizar a gestão do transporte coletivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=DesLocalizações=&lt;br /&gt;
Localizações temporárias/instantâneas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==frequência/intensidade==&lt;br /&gt;
==velocidade==&lt;br /&gt;
==aceleração==&lt;br /&gt;
==capacidade/volume==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Teorias=&lt;br /&gt;
==[[Teoria Ator-Rede (ANT)]]==&lt;br /&gt;
==Ciranda de terminologias/epistemologias==&lt;br /&gt;
Capitalismo de plataforma acelera ACELERAÇÃO do trabalho - universalização do tempo e da produtividade, universalização de resultados por processos de otimização em tempo real. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Referências =&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Marcelo</name></author>
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